quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dica de Livro: Rico sem Dinheiro

Alexander von Schönburg

A Arte de Desfrutar o Melhor da Vida

Editora Gente - 2.007

Por apenas: R$ 9,90



Sinopse

Este livro mostra, de maneira divertida e inteligente, que a felicidade é um luxo ao alcance de qualquer um. Você verá que a verdadeira riqueza não está em carros importados, aparelhos de telefone celular, restaurantes caros, academias de ginástica ou roupas de grife.

Quem comprova isso é o jornalista alemão Alexander von Schönburg que, após um histórico de altos e baixos financeiros, aprendeu, com bom humor, a driblar todas as dificuldades oriundas da falta de grana, começou a enxergar a vida com outros olhos e se livrou das tentações e amarras consumistas.

Conheça os segredos que levarão você também à independência material. Para isso, você não precisa, necessariamente, estar vivenciando uma crise financeira. É necessário apenas estar disposto a abrir mão de luxos desnecessários e querer viver bem, independentemente de seu saldo bancário. Aceite o desafio e aprenda a ser um "rico sem dinheiro" e tenha uma vida mais feliz!



Jornalista desempregado ensina como ser feliz com pouco dinheiro no bolso

ARIADNE ARAÚJO
colaboração para a Livraria da Folha

Divulgação

Mude seus hábitos se você tem grana curta, ensina livro
O slogan bem que poderia ser aquele - "sou pobre, mas sou feliz". Para esse pessoal, o desemprego, a falência, a conta bancária zerada, o apartamento minúsculo, o paletó surrado, o furo na sola de sapato não são realmente problema. Bem ao contrário. Em "Rico sem dinheiro - a arte de desfrutar o melhor da vida" (Gente), o jornalista desempregado Alexandre Von Schönburg conta como contornar os problemas financeiros e descobrir outras formas de ser feliz.

Faz-se necessário, claro, cortar gastos. Mas, a coisa vai mais longe. Hábitos como ir a restaurantes, tomar champanhe, comprar roupas de marca e o carro do ano são maus costumes dos quais os empobrecidos estão livres, diz o autor. Em lugar dos macabros restaurantes chiques, onde, às vezes, come-se mal e se paga caro, por que não uma reuniãozinha com amigos no seu apartamento duas peças, cheio de calor humano e simplicidade?!

Afinal, nada como dinheiro curto para se refletir o que realmente importa na vida. Na mira de futilidades listadas pelo autor, estão ainda as academias de ginástica e todos produtos de esporte, quando tudo o que se precisa é de um velho moletom e uma boa corrida no parque. A mão de Von Schönburg varre ainda para o lixo toda esta parafernália, ele chama de bugigangas, que hipnotizam com novidades, tipo o cortador de cebola para viagem e tamancos com gel no solado.

Atenção, porque férias emburrecem. O jornalista está documentado. Segundo estudos, bastam três semanas de férias, e o quociente intelectual (QI) do sujeito volta 3% menor que antes da partida. Segundo ele, também é irracional economizar todo o ano para, então, nas férias, torrar tudo de uma vez, saltando de um lugar a outro, nestes pacotes turísticos tão a gosto. Melhor é optar por uma estada prolongada e manter os olhos bem abertos em vez de se comportar como turista estabanado.

Quem precisa de trufas, se existe pão fresco com manteiga e sal?. Segundo Von Schönburg, dinheiro demais atrapalha. É como uma droga que mantém a pessoa longe do essencial. "Os ricos são os verdadeiros pobres", afirma. E completa: "mais pobres que os ricos, são provavelmente apenas os pobres que querem ser ricos". Seu ídolo, o homem que ganhou uma fortuna na loto e, chocado com tanto dinheiro, ficou com 10 mil euros e doou o resto, para que sua vida não saísse dos trilhos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Olha, se ser rico é ruim, isso eu não sei e não posso dizer, uma vez que nunca fui, mas estou sempre tentando. Mas dizer que ser pobre é uma questão de opção de vida e poderá ser feliz, isso eu não concordo. Pois, já fui pobre de maré maré e não gosto nem de lembrar das agruras que já passei. Esse escritor alemão Von, do livro "rico sem dinheiro" deva estar tentando voltar a ser rico, se já não está novamente, pois sua obra já é um best-saller e com isso já consegui voltar ser rico novamente. A questão é, o dinheiro realmente não trás a felicidade e sim manda buscá-la onde estiver de learjet da bombardier. É isso. Eu quero sim ser muito rico, o dinheiro para mim sempre foi e será tudo o que quero na minha vida. Ele está em primeiro lugar e em tudo. Acima dele não há nada, pois para mim ele é o meu Deus que eu tanto amo e quero para mim todos os dias da minha vida. amém!

Sérgio Almeida Franco disse...

Caro "Anônimo",

Primeiramente, lamento você não ter se identificado. Seu comentário é no mínimo polêmico. Que ter dinheiro para satisfazer às necessidades essenciais é bom, não há dúvida. E podemos ir mais longe, por que não curtir um bom vinho, grana disponível para viagens de vez em quando, um carrinho decente, uma boa casa e uma poupança para prevenir o seu futuro e de sua família nem se discute. Mas dizer que o dinheiro "é o meu Deus que eu tanto amo e quero para mim todos os dias da minha vida", isso é demais. A propósito, a imprensa anuncia hoje que 40 bilionários americanos estão doando 50% de suas fortunas para a caridade, entre eles Bill Gates, Warren Buffet e Ted Turner. Pelo visto, esse gesto não passaria por sua cabeça, como se pra você caixão tivesse gaveta.

Anônimo disse...

O dinheiro só serve pra satisfazer as necessidades básicas das pessoas, o mais importante sempre será a simplicidade, e o verdadeiro valor da vida está nas coisas mais simples, no abraço caloroso que damos nas pessoas que amamos, no companheirismo e cumplicidade entre as pessoas, é uma questão de essência, fato que somos pobres mortais de carne e osso e morremos sem saber o dia e a hora...
Se o dinheiro fosse tão "bom" ele compraria a eternidade e curaria todas as doenças.
O ser humano ainda é muito atrasado, é uma grande pena isso...