sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
15 dicas para fazer seu filho gostar de estudar
Gabriel aniversaria
A AFA envia os parabéns ao aniversariante
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Google Earth 5.0, algumas novidades

A empresa acaba de apresentar o "Oceano no Google Earth", uma nova ferramenta que permite aos usuários navegar sob a superfície da água, visualizar o solo marinho em 3D e fazer buscas sobre conteúdo. A novidade foi revelada ontem na Academia de Ciências da Califórnia, em San Francisco.
A nova versão também introduz uma ferramenta que permite visualizar séries históricas sobre um mesmo local, um modo de criação e compartilhamento de narrativas e o Google Mars 3D.
Oceano em 3D
O oceano no Google Earth combina informações sobre o terreno marinho com conteúdo produzido por especialistas no assunto. Esta opção encontra-se disponível somente na versão 5.0 do Google Earth.
Uma aproximação nas imagens, além do nível da água, mostra dados submarinhos em três dimensões com mais de 20 níveis de informação de parceiros, com National Geographic e instituto Jacques Cousteau.
Séries históricas
Nas versões anteriores do Google Earth era possível visualizar apenas um conjundo de imagens de uma região. Agora, os usuários podem ativar uma barra de tempo e ver tanto as imagens recentes como as antigas.
Faça um tour
A ferramenta Touring é um modo simples de criar trilhas e rotas narradas, com imagens e conteúdo baseado no Google Earth. Através do botão "record" é possível viajar de um local a outro, fazer aproximações e clicar em janelas de conteúdo, e simultaneamente fazer uma narrativa sobre o itinerário.
Marte em 3D
O Google Mars 3D permite uma viagem virtual ao planeta vermelho, com imagens em alta resolução e terreno tridimensional. Uma dica é voar até o monte Olimpus, a montanha mais alta do sistema solar.
GPS na versão grátis
Antes disponível somente nas versões Plus e Pro do Google Earth, agora o rastreio de receptores GPS<http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=12841<http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=12841&lang_id=1>&lang_id=1#> encontra-se também na versão grátis. Usuários podem carregar trilhas de receptores e navegadores, e visualizá-las no Google Earth.
Fonte: Mundo geo http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=12841<http://www.mundogeo.com.br/noticias-diarias.php?id_noticia=12841&lang_id=1>&lang_id=1
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Piadas de Caipiras

Toots Thielemans em Guaramiranga

Aos 86 anos , o consagrado músico costuma lotar os festivais de jazz pelo mundo afora. Apaixonado pela música brasileira, Toots lançou THE BRAZIL PROJECT. São dois CD’s com os principais autores brasileiros, onde ele toca sua inconfundível gaita de boca ao lado de Chico Buarque, Edu Lobo, Djavan, Ivan Lins, Dori Caymmi, Gil, Caetano & Cia. As músicas naturalmente são desses compositores, os quais também cantam ao lado do prestigiado músico.
Essa não vou deixar passar. Já estou de passagem comprada e estarei presente na “fila do gargarejo” para escutar Toots ao vivo.
Quatro passos para turbinar a sua memória

Já existem pesquisas apontando que a memória não se degenera com o passar dos anos. Um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Os neurologistas sabem que outros fatores têm muito mais influência sobre a deterioração da memória, quando em comparação à idade avançada. São eles:
· Estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória.
· Traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar.
· Ansiedade e depressão.
· Cansaço.
· Drogas e medicamentos.
No combate aos efeitos, causados por eles, os especialistas contam com um esquadrão poderoso. A receita inclui desde uma alimentação caprichada (encontre uma dieta saudável que vai ajudar você a manter o peso) até exercícios e -- comemore! -- passatempos de jornal. Veja abaixo e tire proveito dessas descobertas!
1. Alimentos para a memória (saiba mais sobre os orgânicos)
Para garantir que os neurotransmissores serão eficazes na transmissão de informações entre células nervosas, invista em alimentos antioxidantes. A quantidade a ser ingerida dever ser recomenda pelo seu médico.
Vitamina B12
Frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo, alface.
Vitamina B15
Amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados, levedo.
Vitamina C
Hortaliças e frutas: limão, laranja e cenoura; pimenta vermelha seca (saiba mais sobre o efeito ardido e use-o a favor da dieta).
Vitamina E
Óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate, gema de ovo.
Colina
Gema de ovo (ovo faz bem, veja os motivos), espinafre cru, soja germinada, levedo, nozes.
Selênio
Levedo, ovo, alho e cebola.
Zinco
Frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo, maxixe.
2. Exercícios físicos e meditação
Exercícios físicos para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. (faça em casa suas aulas favoritas)
Meditação aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse. Para meditar, basta reservar poucos minutos do dia, escolher um local tranqüilo e uma posição mais confortável. Preste atenção em sua respiração e não dê corda aos pensamentos que vão surgir. Tente deixar a mente em branco. (escolha a melhor técnica e comece a meditar)
3. Jogos mentais
Quem diria. Jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental são essenciais para combater a falta de memória.
4. Terapia
Fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente continuam a gerar sofrimento, isso porque eles se manifestam em outras circunstâncias aparentemente sem importância. O pai da psicanálise, Sigmund Freud, dizia que tudo aquilo sobre o qual não podemos falar torna-se um sintoma. Sofrimento recalcado é como uma ferida com pus. Vai latejar até você drená-la. Terapia é uma alternativa eficiente para esses casos. (veja aqui se você está pronto para enfrentar seus fantasmas)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Delta do Parnaíba
O rio Parnaíba é considerado a quarta maior bacia hidrográfica do País, ficando atrás das bacias do Amazonas, Paraná e São Francisco. O Delta começa a se formar quando o rio desce dos 709 metros de altura da Chapada das Mangabeiras em direção ao mar. O leito do Parnaíba bifurcado, forma os braços Igaraçu e Santa Rosa. A partir daí surgem dezenas de igarapés e canais que rodeiam ilhas de vários tamanhos, até desaguar no Atlântico formando cinco braços distintos conhecidos como: Igaraçu, Canárias, Caju, Melancieira e, por último o de Tutoia, no extremo oeste. É o que se pode considerar um feliz percurso das águas do rio Parnaíba, após percorrer 1.485 quilômetros de norte a sul do Estado, sempre na divisa com o Maranhão.
Em 1571, o navegador português Nicolau de Resende naufragou no litoral do Nordeste, na região que hoje corresponde à divisa dos Estados do Piauí e do Maranhão, perdeu toneladas de ouro e passou, segundo contam, 16 anos tentando resgatá-Ias em vão. Enquanto procurava, descobriu um tesouro ainda maior, segundo suas próprias palavras retiradas de seu diário: "um grande rio que se formava um arquipélago verdejante ao desembocar no Oceano Atlântico". Diante da descoberta, o navegador deixou a seguinte pergunta: "este paraíso resistirá aos futuros desbravadores?".
Fonte: Site Viva Brasil
A lei do caminhão de lixo

Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente, um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro, sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo".
Ele explicou que, muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.
Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso, é que pessoas bem sucedidas, não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é dez por cento, o que você faz dela e noventa por cento, a maneira como você a recebe!
Enviado por Clotário Dantas.
Luciano faz show hoje na Livraria Oboé
Bruno é o aniversariante de hoje
A AFA envia os parabéns ao aniversariante
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
CHURRASCO DE RICO E DE POBRE

Desapego

domingo, 8 de fevereiro de 2009
Casamento de 4 ª idade...
E aí pergunta:- Vocês têm analgésicos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio contra reumatismo?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm Viagra?
- Temos sim senhora
- Temos sim senhora
.- Vocês têm pomada anti-ruga?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm gel para hemorróidas?
- Temos sim senhora
.- Vocês têm bicarbonato?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm antidepressivos?
- Temos sim senhora
.- Vocês têm soníferos?
- Temos sim senhora.
- Vocês têm remédio para a memória?
- Temos sim senhooora.
- Vocês têm fraldas para adultos?
- Temos sim senhoooooora.
- Vocês têm...
- Minha senhora, aqui é uma farmácia, nós temos isso tudo. Qual é o seu problema?
- É que vou casar no fim do mês. Meu noivo tem 95 anos e nós gostaríamos de saber se podemos deixar nossa Lista de Casamento aqui com vocês...???
Em que lugar do planeta é essa paisagem?
O ano de Darwin

Já se foram 150 anos desde que Charles Darwin revolucionou o mundo da ciência e escreveu sua principal obra: A origem das espécies. O bicentenário do naturalista também é comemorado neste ano. Conhecido como cientista atormentado, ele teve uma vida fascinante. E, ao escrever a sua história, mudou a história de toda a humanidade
Yanna Guimarães - Jornal O POVO, Fortaleza/Ce
Praia do Forte e o Projeto Tamar de Salvador

São mais de 12 km de de praias, com várias piscinas naturais formadas por arrecifes ao longo da costa. Os coqueiros, vegetação predominante nesta região, fazem o visual ficar ainda melhor. Curtir as praias e as belas paisagens são um convite ao relaxamento. Uma das principais atrações da cidade é visitar a sede do Projeto Tamar, organizacão voltada para preservação e estudo das tartarugas marinhas. Lá é possível conhecer de perto estes pequenos animais e descobrir inclusive que alguns deles não são tão pequenos assim e podem chegar a mais de 3 metros de comprimento.
O pequeno vilarejo é formado basicamente por nativos locais, pescadores, artesãos e pequenos empreendedores de várias regiões do Brasil e exterior, que apaixanados pela beleza da região, vêm desenvolvendo o comércio e serviços locais, dentre eles barzinhos e restaurantes que oferecem diversas opções, principalmente a base de frutos do mar. A rua principal foi recentemente urbanizada e recebeu um novo projeto paisagístico.
Um dos passeios culturais é visitar as ruínas do único castelo medieval construído no País, o da família Garcia D´Ávila. O patriarca do clã, Garcia D´Ávila, foi almoxarife do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Souza, que desembarcou na Bahia em 1549 para fundar a cidade de Salvador. Ao longo dos primeiros anos da colonização, D´Ávila conseguiu acumular uma fortuna imensa, principalmente em terras. Chegou a controlar o que foi considerado o maior latifúndio do mundo: suas terras se estendiam da Bahia ao Maranhão. Na sede do latifúndio, ele construiu o castelo da Praia do Forte. As ruínas estão localizadas a cerca de dois quilômetros da vila da Praia do Forte e para visitá-las o ingresso custa R$ 2,00. Outro passeio disponível pela redondeza é conhecer a Reserva de Sapiranga e suas trilhas de bromélias.Muita beleza natural misturado a história fazem da praia do forte um dos destinos mais procurados do litoral norte da Bahia. Situada a cerca de 80km de Salvador, chega-se até lá pela bonita e bem conservada Estrada do Coco, recentemente privatizada pelo Governo baiano.
São mais de 12 km de de praias, com várias piscinas naturais formadas por arrecifes ao longo da costa. Os coqueiros, vegetação predominante nesta região, fazem o visual ficar ainda melhor. Curtir as praias e as belas paisagens são um convite ao relaxamento. Uma das principais atrações da cidade é visitar a sede do Projeto Tamar, organizacão voltada para preservação e estudo das tartarugas marinhas. Lá é possível conhecer de perto estes pequenos animais e descobrir inclusive que alguns deles não são tão pequenos assim e podem chegar a mais de 3 metros de comprimento.
O pequeno vilarejo é formado basicamente por nativos locais, pescadores, artesãos e pequenos empreendedores de várias regiões do Brasil e exterior, que apaixanados pela beleza da região, vêm desenvolvendo o comércio e serviços locais, dentre eles barzinhos e restaurantes que oferecem diversas opções, principalmente a base de frutos do mar. A rua principal foi recentemente urbanizada e recebeu um novo projeto paisagístico.
O coração de Praia do Forte é a Vila. Ali estão concentradas todas as atividades comerciais, culturais e de animação, incluindo pousadas, restaurantes, lojas de artesanato, boutiques, farmácias, supermercados, bancos (caixas eletrônicos), bares, boates, casas de show, lanchonetes e todo o efervescente burburinho dos corpos bronzeados, desfilando roupas leves e coloridas, tão em consonância com o exuberante clima tropical da localidade.
Até alguns anos atrás, a vila apresentava um cenário mais primitivo, com algumas casas originais rusticamente ampliadas na parte da frente para abrigar pequenas lojas de artesanato e botecos. A pequena “avenida” entre essas lojinhas tinha o chão de barro misturado com areia, causando alguns transtornos aos comerciantes, principalmente por causa da poeira levantada pelo vento e pelos carros que, na época, trafegavam na Vila.
Para não criar conflito com a ambiência tropical e rústica foi criada, por toda a passarela, um calçamento com pedras regulares, solucionando o velho problema da poeira, enquanto que ficou definitivamente proibido o tráfego de veículos automotores na via, conseguindo dar, ao mesmo tempo, graça, tranquilidade e charme à Vila.
Como a noite é sempre criança, a Vila é, inevitavelmente, o point. Referência geral, é o local de encontro de todos que estão em Praia do Forte. É tão cosmopolita que funciona como uma embaixada global, espontânea e paradisíaca, congregando gente de todas as partes do mundo, falando um único idioma: o da alegria.
Restaurante em Londres deixa cliente pagar quanto quiser
sábado, 7 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme.
Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Enviado por Beni Alcântara, Fortaleza/Ce
O Andarilho

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Dicas de Português - "Autorretrato" e "porta-retrato": regras diferentes
Em tempos de reforma ortográfica, muita gente pensa que as alterações foram bem mais abrangentes do que realmente foram. Há quem não compreenda por que "autorretrato" passa a ser escrito com "rr" e "porta-retrato" continua com hífen.
Esse tipo de confusão se desfaz quando a pessoa olha o que deve ser olhado: o início da palavra. "Auto-" é um prefixo, "porta-" é uma forma do verbo "portar". Os prefixos terminados em vogal unem-se, agora sem hífen, aos termos iniciados por "r" mediante a duplicação dessa consoante.
A regra, porém, não se estende a substantivos compostos, que têm dois ou mais radicais. Assim, "porta-retrato" continua com hífen, como a maioria dos demais compostos iniciados por verbo ("porta-bandeira", "abre-alas", "lança-perfume", "arranca-rabo", "arrasta-pé" etc).
A maioria requer o hífen, mas há exceções, já consagradas pelo uso. É o caso de "girassol", "passatempo" e agora, com a reforma, "mandachuva" e, ao que tudo indica, "vagalume". De modo geral, entretanto, emprega-se o hífen nos compostos formados de verbo seguido de substantivo ("porta-luvas", "para-brisa", "pica-pau", "beija-flor", "saca-rolha", "mata-burro", "borra-botas" etc).
Recompensa no Céu
Aquele casal de 85 anos estava casado já há sessenta e dois. Apesar de não serem ricos viviam bastante bem porque eram muito poupadores.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Luciano lança CD também na OBOÉ
Os computadores são do sexo masculino ou do sexo feminino?
Rugas não são apenas questão de aparência, diz estudo

"A herança (genética) de um indivíduo indica inicialmente de que maneira ele envelhecerá, mas se você introduz certos fatores em sua vida, pode ter certeza de que vai envelhecer mais rápido. Da mesma maneira, se você evita estes fatores, pode reduzir os sinais da passagem do tempo", explicou Bazhaman Guyuron, presidente do departamento de cirugia estética do University Hospitals Case Medical Center.
O trabalho acompanhou 186 pares de gêmeos univitelinos, que têm a mesma composição genética. Os resultados indicam que os indivíduos que se divorciaram pareciam dois anos mais velhos, estando o seu irmão casado, solteiro ou mesmo viúvo. O uso de antidepressivos também foi claramente associado a uma aparência mais envelhecida.
Além disso, entre os gêmeos com menos de 40 anos, verificou-se que, se um dos irmãos está acima do peso, parecerá mais velho que o outro. A situação, no entanto, se inverte depois dos 40 anos, quando o irmão mais gordo aparentará menos idade.
"O estresse pode ser o denominador comum que explica a aparência mais velha", estimou Guyuron. O estudo será publicado na revista médica online Plastic and Reconstructive Surgery", da sociedade americana de cirurgiões estéticos.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Que reflexo da Loira ! ! !
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Luciano hoje no Diário do Nordeste
O jornal DIÁRIO DO NORDESTE de Fortaleza, de hoje, traz uma matéria extensa do jornalista Henrique Nunes, sobre o novo CD Rio Novo do Luciano, o qual será lançado no Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga, que se realiza de 21 a 24 de fevereiro. Luciano fará o show de abertura do Festival no dia 21 de fevereiro.
Leiam a seguir a matéria, na íntegra.
O músico cearense Luciano Franco está lançando seu segundo álbum, “Rio Novo”, excelente prévia para sua apresentação no Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga
A Bossa Nova continua sendo a principal referência de Luciano Franco, baixista, violonista, guitarrista, pianista e compositor cearense, cuja discrição, elegância e talento conviviam, há cerca de oito anos, em lugares mais intimistas, como a Estudantina, casa tão agradável como efêmera que levava toda uma fartura de boa música ao Bairro de Fátima. Então, Luciano revezava-se ao violão com Cláudio Costa, em geral na companhia da nossa diva jazzy Fhátima Santos, em seu bairro, em sua casa talvez mais acolhedora. Apesar de todas estas suas qualificações, um instrumentista discreto, de uma musicalidade naturalmente sofisticada e original.
Quatro anos após seu primeiro álbum, Luciano lança (o novamente autoral) ´Rio Novo´, promovendo novas investigações instrumentais contemporâneas, sob influências jazzísticas, marcantemente brasileiras. Atração da abertura do Festival de Jazz & Blues, dia 21, onde já se apresentou anteriormente, com seu show próprio ou acompanhando outros artistas, Luciano apresenta um repertório sofisticado, talhado entre músicos cearenses e baianos, aproximados através da Associação dos Amigos do Jazz de Salvador, a Sojazz. Além dela, o disco contou com o apoio das empresas Homeclass e Claris.
O samba-canção chega firme, luxo só, em ´Um grande amor´. Chama a Maysa, nem que seja a da minissérie pra ela fazer uma letra e cantar! Luciano ao baixo e violão entre a bateria do cearense Daniel Alencar e o trombone de Fred Dantas, ao lado de Márcio Dhiniz (bateria), Joatan Nascimento (flugelhorn), Sérgio Benuti (flugelhorn) e Chico Oliveira (guitarra), convidados da terra da cantora Maricenne Costa, outra ótima pedida para o Festival. Do lado de cá, o álbum traz nomes como Edson Távora Filho (piano), Jerônimo Neto (baixo), estes velhos conhecidos do tempo da Estudantina, e ainda Márcio Resende (sax e flautas), Tito Freitas (piano), Jorge Helder (baixo), Adelson Viana (acordeom e piano), Tarcísio Sardinha (violão) e ainda Luizinho Duarte e Pantico Rocha (bateria), Vinícius Franco (filho do compositor) e Marcelo Randemarck (baixo).
Entre tantas feras, Luciano às vezes soa coadjuvante, apenas temperando as melodias com seu violão, como na faixa de abertura, ´Cristal´, um instrumental brasileiro de linha cool com Chico Oliveira, Daniel Alencar e Edson Távora Filho espraiando a melodia de timbres suavemente pop. Também cool, a canção ´Noite e Dia´ pede uma letra sob o flugel de Benutti e suas síncopes quebradas. A faixa-título, em homenagem ao bairro de Cascavel onde viveu na infância e adolescência, faz um passeio mais jazzy pela melodia conduzida pela flauta de Resende e baixo de Jorge Helder, este solando sob a síncope sambista de Márcio Dhiniz e do piano de Adelson Viana.
Bossas naturais
Em ´Novos Amigos´, sua guitarra semi-acústica conduz o clima mais intimista, jazz brasileiro, à Toninho Horta. Ao baixo, Luciano Franco ainda transcende suas belas harmonias ao espírito do Novo Tango, na alegre melodia de ´Valsa para Beatriz´, sob os endiabrados contrapontos entre Adelson e Resende. Em tempo, Beatriz aqui se refere à mãe do músico, que fique claro. O chorinho também não é esquecido por Luciano. Em ´Choro de Domingo´, no entanto, é o espírito mais lírico, mais condizente com seu cancioneiro e o do homenageado Dominguinhos, que ele expõe, novamente tendo o acordeon de Adelson como sua principal base melódica. Enternecedor.
E tem o samba, quebrado, edulobiano, deixando todo mundo (Resende, Helder, Daniel, Adelson e o compositor e seu violão ´gigante´) deitar e rolar em clima de um típico instrumental brasileiro de primeira grandeza, em ´No passo da Rosa´, homenagem às divisões de Rosa Passos. Música instrumental brasileira que, historicamente, é o rótulo mais pertinente também para a elegante ´Pra cima e pra baixo´, entre o samba e o jazz com Resende ao sax e muito espaço pros solos de baixo do anfitrião e do piano de Adriano Oliveira.
A proximidade entre a bossa e o jazz ganha linhas mais evidentes em ´Fotografando´, cujo balanço é guiado por flautas e flugel (Joatan), piano (Tito Freitas), baixo (Marcelo Randemarck) e bateria (Márcio Dhiniz), além do violão magistral de Luciano. Outra bossa de primeira, com belo trompete de Joatan Nascimento e a bateria visionária de Luizinho Duarte, ´Tudo de novo´ já foi apresentada, com letra, no Festival de Inverno da Meruoca de 2007. Aqui, o baixo é de Vinicius Franco, filho do dono da festa.
Luizinho, Tito Freitas e o baixo de Luciano percorrem tranqüilo mais uma, ´Laranjeira´, com direito a improvisos mais incisivos de Tito. Já em ´Se você disser´, são o violão e a guitarra de Franco que, próximos ao balanço de Daniel Alencar, Jerônimo Neto e Edson Távora Filho, vibram entre a bossa de Tom e a de Baden Powell. Quem estiver em outra quando o Carnaval chegar pode conferir o lançamento deste paramentado CD no próximo dia 10, no Centro Cultural Oboé. Ou contactar o próprio músico e adquirir o disco (9622-6750 e 8796-9056 / lucianoafranco@yahoo.com.br), também à venda na loja Desafinado.
Uma boa representação de um rio de renovação para o som instrumental brasileiro.
HENRIQUE NUNES Repórter
Datas comemorativas
Inauguração da navegação do rio São Francisco (1871)
Início da Revolução Praieira em Pernambuco (1848)
Dia de Iemanjá
Iemanjá - Dia 2 de fevereiro é festa na terra e no mar em Salvador

A tradição começou em 1923, com um grupo de 25 pescadores, que ofereceram presentes, para agradar a Mãe D'Água, pois os peixes estavam escassos.
A festa reúne milhares de pessoas. Desde a madrugada, adeptos do candomblé, turistas e devotos formam filas imensas para colocar oferendas e pedidos nos balaios, que ficam na Casa do Peso.
No fim da tarde, um cortejo com 300 embarcações leva para alto-mar os balaios, carregados de presentes, pentes, espelhos, sabonetes, perfumes, flores, e até jóias. Tudo o que possa interessar a uma mulher vaidosa.
Bela cerimônia! Muitas flores, balaios cheios de oferendas. O saveiro que leva o presente principal dos pescadores, puxa o cortejo até o local onde os balaios são "arriados". Pedido: boa pescaria e águas calmas.
Dizem os pescadores que, se os balaios não afundarem, é sinal de que Iemanjá não aceitou. Mas os presentes sempre afundam, diz Menezes.
Em terra, fogos anunciam o momento e a emoção toma conta dos devotos, enquanto adeptos do candomblé dançam e entram numa espécie de transe, "recebendo" suas entidades espirituais.
O batuque do samba-de-roda e afoxé, animam as ruas, durante todo o dia, na festa de largo, nas proximidades do Largo de Santana, da Igreja, nas ruas laterais e na Mariquita. Barracas vendem bebidas e comidas típicas da Bahia.
No início, era chamada de Festa da Mãe D'Água e realizada em conjunto com a Paróquia do Rio Vermelho, num sincretismo religioso típico da Bahia.
Na década de 60, um vigário fez uma homilia contra o sincretismo e teria chamado os pescadores de "ignorantes", por cultuarem uma mulher com rabo de peixe, a sereia, como é representada a Iemanjá na Bahia. A partir daí, os os pescadores decidiram homenagear apenas a orixá. E a Igreja de Santana fica sempre fechada no dia 2 de fevereiro.
No sincretismo, é a Nossa Senhora da Conceição. É a entidade feminina mais importante do candomblé. No simbolismo afro-brasileiro, a divindade é representada como uma mulher de grande ventre e seios volumosos com uma gamela na cabeça. Na Bahia, é representada pela imagem da sereia.
Automassagem ajuda a aliviar dor de cabeça e sinusite
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Pensamento
Datas comemorativas
Dia do Publicitário
Posse da Assembléia Nacional Constituinte Brasileira (1987)
Como salvar o mundo sem fazer força
Para defender o meio ambiente, você não precisa se amarrar a uma árvore! Sugerimos ações para você ser amigo do planeta quase sem tirar a bunda da cadeira
Por: Bruno Favoretto e Nicole Jackson Foto: Stock - Men's Health
A. Gaste menos energia (principalmente a sua)
O que fazer? Invista em tralhas amigas do planeta
1. Troque a lâmpada.
2. Feche a torneira. Como diz a canção Hágua, de Seu Jorge, "água doce, bebível, potável está acabando". Além do desperdício, apenas 0,3% da água do planeta é doce. "Para economizar, instale no bico das torneiras um arejador de vazão constante, à venda nas lojas de material de construção. Ele reduz o consumo de 15 para 6 litros por minuto", explica o engenheiro Carlos Lemos da Costa, consultor especialista em uso racional de água (www.h2c.com.br), de São Paulo.
3. Mude de privada. O vaso sanitário do seu banheiro foi instalado antes de 2003? Então é hora de substituí-lo por um que tenha a inscrição 6 LPF (6 litros por função) e consuma apenas esse volume de água na descarga. Para gastar menos, coloque a válvula Duoflux, da Deca (www.deca.com.br), que usa só metade (3 litros) se o objetivo é mandar embora apenas urina. "Bacias instaladas antes daquele ano chegam a gastar 15 litros por operação. A troca gera uma economia de 80%", aponta Lemos da Costa. Assim você evita que seus netos vivam na seca, pois a água da descarga é tão pura e potável quanto a da torneira.
B. Vá para o tanque
O que fazer? Dê uma geral na área de serviço
1. Compre sabão ecológico. Em Santo André (SP), o Instituto Triângulo (www.triangulo.org.br) é uma ONG que fabrica e vende sabão biodegradável produzido com óleo de cozinha reciclado (2,50 reais o quilo). "Ele evita a poluição provocada pelo óleo jogado na pia", frisa Paulo Correia, diretor da organização. Em outras palavras, a química diabólica não vai transformar os filhos dos seus filhos em mutantes com três olhos.
2. Evite a secadora de roupas. Como ela gasta muita energia, as usinas têm que detonar CO2 no ar para alimentá-la. Um levantamento da Organização de Renovação Ambiental (www.ora.com.br), em São José dos Campos (SP), diz que trocar a secadora pelo varal durante meio ano pode reduzir até 317 quilos em emissões de CO2. Pendure a roupa e espie as calcinhas no varal de sua vizinha - desde que ela não seja a Dercy Gonçalves.
C. Emita menos gases
O que fazer? Maneire no repolho e não tenha uma vaca
Suas bufas contêm gás metano (CH4), 23 vezes pior para o efeito estufa que o dióxido de carbono (CO2). É científico! Mas não precisa segurar: seu bombardeio emite, em média, 700 mililitros de gases por dia e só 26 são metano. Uma quantidade irrisória para ferrar o meio ambiente, em comparação às vacas, que soltam 250 ml por peido. Especialistas crêem que o gado é o terceiro maior poluente do planeta.
D. Não vá ao banco
O que fazer? Pague as contas pelo computador
Use o banco online. Indo ao caixa eletrônico para pagar suas contas, você sai de casa, gasta combustível, perde tempo e paciência. Quite tudo pela internet. E não imprima o comprovante de pagamento da fatura do cartão (ele fica disponível online). Assim você contribui para diminuir a derrubada de florestas - só nos EUA os impressos bancários causam a morte de 16 milhões de árvores por ano. E gastam energia suficiente para abastecer durante um ano uma cidade do porte de Campinas (SP).
E. Desacelere e adote os 3 erres: reduzir, reutilizar, reciclar
O que fazer? Produza menos sujeira, leve sacolas ao supermercado e dê um bom fim aos celulares velhos
1. Reduzir. Significa produzir menos lixo. Só em São Paulo são geradas todo dia 15 mil toneladas - 9 mil vêm das residências, segundo a prefeitura. É muita porcaria! Reduza o lixo, por exemplo, comprando frutas, verduras e legumes avulsos, em vez daqueles embalados em bandejas plásticas e filme transparente. Seu filho gosta das maçãs da Turma da Mônica, mas seja firme: é para o bem dos filhos dele.
2. Reutilizar. Quarenta por cento das embalagens jogadas no lixo em São Paulo são de plástico, que demora dezenas de anos para se decompor. Ao levar uma mochila ou uma sacola ao supermercado para transportar as compras do churrascão de domingo, você evita a proliferação das sacolas plásticas, que provavelmente vão acabar entupindo um bueiro na próxima enchente ou asfixiando uma tartaruga marinha.
3. Reciclar. Segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo (Cetesb), os níveis de gases causadores do efeito estufa podem triplicar até 2100. Um dos mais danosos é o níquel-cádmio das baterias de celular. Para dar um fim nelas, procure uma autorizada da Sony Ericsson (www. sonyericsson.com.br), eleita pelo Greenpeace campeã mundial em descarte sustentável de baterias. Numa dessas você ainda vende aquela velharia sem Bluetooth que está na gaveta das cuecas. Se não vender, fique com a consciência limpa que a bateria será sepultada como merece.
F. Tome menos banho
O que fazer? Pegue uma ducha com sua namorada
1. Entre e saia do chuveiro. Melhor ainda, ponha alguém lá dentro com você. E só abra a torneira quando necessário. O engenheiro Lemos da Costa afirma que quatro minutos é o período de banho ideal para evitar o apagão de energia elétrica e economizar nas contas de água e luz. O resto do tempo é para ensaboar (com o chuveiro desligado) e... você sabe.
2. Lave menos louça. O ato usa 63 litros de água - e até absurdos 150 litros, com a torneira aberta -, enquanto uma lava-louças gasta 15 litros por ciclo. Preguiçoso como é, você já tem uma dessas, não?
G. Cole no seu camarada motorizado
O que fazer? Economize combustível e viaje pelo Brasil
1. Vá de carona. A cada quilômetro rodado, um carro a gasolina despeja 27,7 gramas de CO2 no ar. Vai demorar até que todos adotem a bicicleta e pedalem rumo a um mundo mais verde (embora seja uma boa idéia para se livrar da barriga), mas há maneiras de reduzir o uso do carro. Organize um rodízio com os colegas. Você já tem que agüentá-los o dia inteiro, mas é para o bem dos pingüins da Patagônia.
2. Fique por aqui mesmo. As viagens aéreas têm efeitos nefastos sobre as mudanças climáticas. Segundo o site inglês www.co2balance.com, um vôo de ida e volta entre Rio de Janeiro e Londres joga 2,04 toneladas de CO2 na atmosfera. Então pense em tirar férias no Brasil. Você não vai admirar as relíquias do British Museum, mas também não terá que ver a bunda branca das britânicas!
Aniversariantes de fevereiro
10- Felipe (sócio)
13 – Gabriel – filho Alexandre e Alfrânia
16- Ana Maria Cavalcante Monteiro (sócia)
22- José Aldemir de Holanda Filho-sócio
23- José Aldemir de Holanda Pinheiro-sócio
23-Gabriela Araújo Monteiro-sócia
27- Lúcia Queiroz Almeida (sócia)


