sábado, 15 de setembro de 2007

AFA KIDS


O que são dois pontinhos juntos, um preto e outro vermelho?

R.: um tomate brigando com uma pimenta do reino.


O que é um pontinho amarelo em cima do prédio com um violão?

R.: é o chitos buarque!


O que é um pontinho branco correndo no meio da mata?

R.: uma formiga vestida de noiva atrasada para o casamento.


O que é um pontinho verde no shopping?

R.: é uma ervilha consumista.


O que é um pontinho rosa no meio do salão?

R.: é um confete de ressaca.


O que é um pontinho vermelho em uma árvore?

R.: um morangotango.


O que são cinco pontinhos pretos dançado e cantando no palco?

R.: são os "Blackstreetboys".


O que é um pontinho azul no meio do mato?

R.: uma formiga de calça jeans.


O que é um pontinho preto em cima de um castelo?

R.: uma "pimenta do reino".


O que são dois pontinhos azuis no fundo do mar?

R.: o two-barão.


O que é um pontinho preto no fundo da geladeira?

R.: é um gelo fantasiado de Zorro.


O que é um pontinho verde virado de cara para parede?

R.: uma azeitona de castigo.


E por que ela estava de castigo?

R.: porque engoliu o caroço.


O que é um pontinho verde no meio de um monte de pontinhos amarelos?

R.: uma ervilha visitando a lata de milho.


O que é um pontinho amarelo na ponta do poste?

R.: é um "yellowtricista".


O que é um pontinho roxo no congelador?

R.: uma uva esquiando.


O que é um pontinho marrom no meio do mar?

R.: é o Pedro Álvares CaBROWN.

Dimensões da fé


Meus caros amigos:



Continuo recebendo todos os dias um crescente número de variadas mensagens de todos os tipos: mensagens que procuram externar amizade ou que se ocupam com as preocupações sociais, políticas ou religiosas do momento; mensagens que falam de belas experiências artísticas ou que manifestam apoio aos meus trabalhos e iniciativas.

E mensagens pessoais de amizade, ou contendo consultas e solicitando maiores explicações sobre os temas enfocados. A estas últimas tenho procurado responder na medida do possível. Mas a muitas outras, devido à extensão ou à complexidade dos assuntos, ou ainda à falta de tempo disponível, eu permaneço devedor.

Sinto novamente a necessidade de por esse meio agradecer a todos e desculpar-me por não poder responder individualmente a cada um. Além do mais, ainda ocorreu que algumas mensagens das últimas semanas chegaram a se perder, porque houve necessidade de necessário formatar o disco rígido do computador.

Vejam no anexo a mensagem número 14.

Um grande abraço a todos.
Carlos Almeida


A fé na linguagem do povo. A fé como confiança. A fé como nova interpretação da realidade. A fé como superação. A fé como caminho para o Eu. E a fé no pôr em prática as palavras de Jesus. São estas as dimensões analisadas por Anselm Grün no livro com que nos ocupamos hoje. O trecho abaixo refere-se a esta última dimensão: o cumprimento das palavras de Jesus.


14. Dimensões da Fé

Quem lê o Sermão da Montanha, muitas vezes tem a impressão de que ele nos faz exigências exageradas. A fé já não aparece como algo que liberta, mas sim como um peso que teríamos de carregar, como mandamentos que precisamos cumprir empenhando todas as nossas forças. Mas fé, também para as exigências de Jesus, significa superação. ...


Vejamos uma das mais conhecidas exigências do Sermão da Montanha:

Ouvistes o que foi dito: olho por olho, dente por dente. Pois eu vos digo: não resistais ao malvado. Se alguém te esbofetear na face direita, oferece também a outra. E se alguém quiser mover uma ação para tirar-te a túnica, deixa-lhe também o manto. Se alguém te obrigar a carregar-lhe a mochila por um quilômetro, leva-a por dois. Dá a quem te pede e não voltes as costas a quem pedir emprestado (Mateus 5,38-42).


Não resistir
- significa que não precisamos ir a juízo com o malvado para reclamar nossos direitos. Quando comparado com a justiça que nos foi feita por Deus em Jesus Cristo, o direito humano fica tão distante, que sem prejuízo nós podemos dispensá-lo. Com isto não perdemos coisa alguma. Não nos envolvemos nos desafios do mal, mas sentimos em nós o espírito de Deus, que é mais forte do que qualquer injustiça. Mesmo quando o outro nos bate em uma face, nós nada perdemos com isso. Ser desonrados pelas pessoas não pode diminuir a honra que nos foi dada por Deus. Por isso não precisamos viver sempre preocupados com nossa honra.


Túnica e manto
- Entre os judeus a túnica podia ser empenhada. Mas mesmo ao mais pobre devedor a Lei não permitia que se empenhasse o manto, porque o manto serve de cobertor para ele se cobrir à noite. Jesus, então, nos diz que devo renunciar até mesmo ao direito que a Lei me dá. Deus é quem me cobre, é quem cuida de mim. Que é, então, que uma pessoa poderá tirar-me? Só coisas exteriores. Com isso eu não preciso ficar zangado. Eu estou nas mãos de Deus. Este fato é tão fascinante, que eu não preciso lutar por meu manto, nem insistir nos meus direitos.

Uma milha ou duas
- A força de ocupação romana tinha o direito de forçar qualquer judeu a acompanhá-lo por uma milha, para mostrar o caminho, ou para transportar uma carga. A esse direito os judeus tinham que dobrar-se. Mas só o faziam com ira e ranger de dentes. E enquanto carregava a mala do romano, o ódio crescia no coração do judeu. Com isto a inimizade apenas aumentava. Jesus nos diz então que, em vez de uma milha, deveríamos andar duas. Caminhando juntos, deveríamos conquistar o romano para nós; oferecer-nos de boa vontade e entrar em conversa com ele. Então duas milhas mais adiante nós poderíamos separar-nos como amigos. Devemos vencer o ódio pelo amor, o mal pelo bem. Só isto é que cura as divisões da comunidade humana. Precisamente pelo comportamento surpreendente eu posso superar a divisão entre as pessoas, quebrando as durezas do coração humano pelo amor.


Experiência de Deus
- Todos esses exemplos só se tornam possíveis porque nós passamos pela experiência de ser filhos de Deus. Só a partir daí é que estas exigências deixam de ser uma sobrecarga, e passam a ser caminhos para uma liberdade maior. Jesus nos apresenta o ser humano que experimentou em seu coração que é filho de Deus, que é amado e protegido por Deus. Só a partir desse plano é que também a inimizade entre as pessoas pode ser superada.


Imagens falsas e verdadeiras
- Pois a inimizade sempre surge de uma visão falsa. Eu projeto minhas falhas sobre o outro e as combato nele. Assim o outro torna-se meu inimigo. Normalmente o outro assume a projeção, se envolve com a imagem de inimigo, e passa ele próprio a ver-me com sentimentos de inimizade. Mas quando não aceitamos a inimizade porque vemos o inimigo à luz de Deus, então nenhuma inimizade poderá surgir. Talvez o outro continue projetando sobre mim atitudes de inimizade. Mas quando em vez de combatê-lo eu rezo por ele, porque acredito no desejo do bem que existe nele, porque creio que também ele é amado por Deus, que também ele está ligado diretamente a Deus, então o mecanismo da projeção deixa de funcionar. E surge a possibilidade de o outro desistir de sua visão falsa, ao ver-se confirmado por mim em sua maneira de ver.


Visão que nos traz alívio
- Visto dessa forma, de nenhuma maneira o amor ao inimigo nos deixa sobrecarregados. Passa, pelo contrário, a ser menos fatigante do que a inimizade. Ser inimigo de alguém, combatê-lo e ter que vencê-lo, é muito fatigante. Nos mantém em estado de tensão. Rezar pelo outro, acreditar no bem nele, é menos cansativo. Basta que se tenha fé, que se considere e se trate o outro a partir de um nível mais elevado. Este comportamento é difícil porque a antiga maneira de ver infiltrou-se em nós, sendo sempre de novo confirmada pelo mundo em que vivemos. Por isso é necessária muita coragem para nos envolvermos com a visão da fé. Mas quando a experimentamos, nas surpreendentes formas de comportamento que nos foram ensinadas por Jesus nós experimentamos uma liberdade e uma alegria interior. Sentimos que o espírito de Deus é mais forte do que toda má vontade humana, que o amor é mais forte do que a morte, e então descobrimos em nós cada vez mais possibilidades de respondermos com fantasia aos desafios dos outros.


Texto de Anselm Grün, DIMENSÕES DA FÉ, p. 71ss.
Tradução de Carlos Almeida, Campina Grande/Pb

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Feliz Aniversário!


Primeira dama aniversaria


Quem está aniversariando hoje é a primeira dama da AFA, Itacoeli de Abreu Franco.

E foi comemorar em grande estilo, dando um belo giro por países do Leste Europeu e parte da Europa Ocidental, Paris inclusive, com um grupo de amigos soteropolitanos.

Deixou o marido “ralando” em Salvador, (afinal alguém precisa trabalhar na família), sentindo-se um “maior abandonado”. kkkkkkkkkkkkk
Não sabemos com precisão onde ela está agora, mas esteja onde estiver, que comemore bastante e que receba os parabéns do marido, filhos, neta, irmãos, toda a família e de todos os integrantes da AFA

Próximo evento terá presença carioca

César Almeida, residente no Rio de Janeiro, descendente do Ramo 04 da família (da Tia Mundinha), de acordo com a organização do Livro AFA 25 Anos, tem presença confirmada no evento do próximo dia 22.

Quem ficou bastante feliz com essa notícia foi Carmen muito ligada afetivamente a esse ramo familiar.

Duas notícias : Uma ruim e uma péssima

O médico liga para o paciente.

- João, seus exames ficaram prontos.

- E aí, doutor!? Tudo bem?!

- Bem nada, rapaz! Tenho duas notícias para te dar: uma ruim e uma péssima.

- Diz logo, qual a ruim?

- Você tem apenas 24 horas de vida!

- 24 horas? Meu Deus, não pode ser!

- e depois de algunssegundos...

- E a péssima?

- Tentei te ligar ontem o dia todo, mas só dava ocupado!

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Quando a AFA Pulsa

Da esq p/direita : Aroldo, Helena, Carmen, Beni, Carlos Almir, Paula e Pedro Ernesto.

Os eventos realizados pela AFA sempre proporcionam momentos de muita alegria pela oportunidade do Reencontro, muito congraçamento trazido pelo sentimento da Fraternidade e sobretudo muita satisfação proporcionada pela Descontração.
Participe do próximo evento da AFA. Será no dia 22, no Sítio Laidinha, Lago Catu.

O que é a Arte ?

The Dance, Matisse



Criação humana com valores estéticos (beleza, Equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.


É um conjunto de procedimentos que utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais), hoje alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para comunicar-se.




Quem faz arte?


O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.




Por que o mundo necessita de arte?


Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser ...feita para decorar o mundo... para espelhar o nosso mundo (naturalista)... para ajudar no dia-a-dia (utilitária)...para explicar e descrever a história...para ser usada na cura doenças... para ajuda a explorar o mundo. Como entendemos a arte? O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.


O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?


Estilo é como o trabalho se mostra, depois de o artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único. Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental. Ex.: Renascimento, Impressionismo, Cubismo, Surrealismo, etc.




Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte?


Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo tiveram.




Como as idéias se espalham pelo mundo?


Exploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progresssos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte já tinham fotos; pelo rádio e televisão, o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926, permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as técnicas compartilhadas; pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; pela internet, alguns artistas colocam suas obras em exposição e podemos pesquisá-las, bem como saber sobre outros estilos.




Fonte : Site "História da Arte"

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Dicas de portugês


Paulo Ramos é jornalista, professor e consultor de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL.


Conectar a um sistema de som
Frase de matéria sobre informática:
- O manual do usuário demonstra com clareza as principais formas possíveis de conectar o aparelho à televisão e à um sistema de som.
Para que haja crase, deve haver a junção de dois "as", o da preposição e o do artigo feminino (ou do pronome demonstrativo "aquele(a)").
No exemplo acima, há a preposição "a".
O problema é que o artigo é indefinido, "um".
Isso impede a fusão, indicada pelo acento grave.
Logo:- O manual do usuário demonstra com clareza as principais formas possíveis de conectar o aparelho à televisão e a um sistema de som

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Luciano Franco faz show no Centro Cultural OBOÉ




Vejo no site do Oboé a nota abaixo.

“Dono de longa trajetória na cena musical cearense, Luciano Franco, músico e compositor, fará show de excepcional qualidade, antecipando seu novo CD. Luciano Franco, sócio da AFA, terá como companheiros alguns dos nossos melhores músicos. Desfile de grandes talentos” .

O show da Oboé terá o Márcio Resende, sax e flauta, Tito Freitas, piano, Nildo Bastos, bateria, e Luciano, no contrabaixo. Será um trabalho autoral, com músicas incluídas no CD e outras ainda inéditas. Os músicos que o acompanham são da maior qualidade. Tito Freitas, por exemplo, músico antes radicado no Rio, acompanhou Leny Andrade por um bom tempo. Márcio Resende tem um invejável domínio dos sopros (sax/flauta) já integrou a banda de Nana Caymmi e Nildo Bastos trata a bateria com extrema delicadeza.

Centro Cultural Oboé, Rua Maria Tomásia, 531 - Aldeota - Fortaleza/Ce, Fone (085) 3264.70.38.

Data 12 de setembro, quarta-feira às 19:30 horas. Entrada FRANCA.

À tarde do mesmo dia 12, por volta das 16:00 horas, Luciano concede entrevista à jornalista Fernanda Quinderé, na TV Diário. Fernanda é uma fã incondicional do trabalho do Luciano já tendo inclusive letrado algumas de suas músicas.

Como o domínio da língua impulsiona a carreira


A Revista VEJA trouxe em sua última edição uma matéria especial de capa sob o título FALAR E ESCREVER CERTO.

O importante é a constatação do valor que está sendo dado ao idioma em processos seletivos num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O domínio do idioma hoje é mais que um fator diferencial.

Pecados da Língua

Dez erros que comprometem a vida social e as pretensões profissionais de qualquer um:

1 – Houveram problemas.
“Houve” problemas. Haver no sentido de existir é sempre impessoal.

2 – Se ele dispor de tempo.
É erro grave conjugar de forma regular os verbos derivados de ter, vir e pôr. Nesse caso o certo é “dispuser”.

3 – Espero que ele seje feliz e Vieram menas pessoas.
Dois erros inadmissíveis. A conjugação “seje” não existe. E “menos” não concorda com o substantivo, pois é advérbio e não adjetivo.

4 – Ela ficou meia nervosa.
“Meio” nervosa. Os advérbios não têm concordância de gênero.

5 – Segue anexo duas cópias do contrato.
Atenção para a concordância verbal e nominal : “seguem anexas”.

6 – Esse assunto é entre eu e ela.
Depois de preposição, pronome oblíquo tônico : entre “mim” e ela.

7 – A professora deu um trabalho para mim fazer.
Antes do verbo, usa-se o pronome pessoal, e não o oblíquo: para “eu” fazer.

8 – Fazem dois meses que ele não aparece.
O verbo fazer indicando tempo é impessoal: “faz” dois meses.

9 – Vou estar providenciando o seu pagamento
O chamado “gerundismo” não chega a ser um erro gramatical, mas é um vício insuportável. “Vou providenciar” é mais elegante.

10 – O problema vai ser resolvido a nível de empresa.
O febrão do “a nível de” parece ter passado, mas há ainda quem utilize essa expressão pavorosa. Na frase em questão, “na” ou “pela” empresa são mais exatos e elegantes.

Os sete pecados capitais

Gula.

Avareza.

Soberba-

Luxúria.

Preguiça.

Ira.

Inveja.

Enviado por Arlindo de Almeida Simões, Fortaleza/Ce

Fala-se que para se alcançar a felicidade plena é necessário praticar diariamente pelo menos três dos sete pecados capitais. kkkkkkkkkkkkk

Dobre a língua

Dome a sua: há jeito e hora apropriados para dizer qualquer coisa

Dia desses, durante uma palestra, me perguntaram se educação e etiqueta - no que diz respeito ao modo de falar - tem a ver com fazer rodeios ou "dourar" a pílula". A quem fez a pergunta e ao leitor, respondo já: insistir na franqueza irrestrita e dizer sempre a verdade, doa a quem doer, é passar por cima do bom senso e da elegância. Essa última não aconselha a mentira nem a dissimulação, mas sugere que há o momento e a maneira - suave, de preferência - para dizer qualquer coisa. E nem sempre é quando os francos e impulsivos julgam ser a hora certa. Durante minha carreira, me deparei com alguns tipos de "língua" que listo a seguir.

A LÍNGUA TAPETES
em que seu dono se dê conta, está ela lá - a língua - desenrolada e mandando ver seu recado. Tem uma irrefreável vontade de responder na lata tudo aquilo que, via de regra, desagrada ao dono. Tudo o que deve ser dito tem de ser dito, é verdade, mas na hora certa, com serenidade. Estou certa de que, assim, sua mensagem será ouvida por quem a recebe e é grande a possibilidade de você conseguir mudar o estado das coisas.

A LÍNGUA FERINA
Está sempre sibilando, pronta a acrescentar um pouquinho de veneno a qualquer consideração ou comentário. Também não perde a oportunidade de destilar seu veneno diante de fatos novos e, naturalmente, onde o personagem principal é sempre outra pessoa, nunca seu próprio dono. Só não descobriu que, de tanto destilar veneno, acaba envenenando-se e o maior prejudicado é seu próprio dono.

A LÍNGUA JILÓ
É de uma amargura ímpar. Não consegue passar um só dia sem ser a mensageira de algo ruim para os outros. E é enorme a possibilidade de que, depois de descoberto seu dono, em pouco tempo, ele se torne uma ilha isolada porque, além de não merecer, ninguém agüenta mesmo!

A LÍNGUA APOCALÍPTICA
Apregoar tragédias é seu maior passatempo. Xô, falta de sorte! A vida é ação e reação, e aqueles que estão sempre ligados no que há de ruim não se dão conta de que isso ajuda a atrair as dificuldades para si mesmo. Além de afastar as léguas de distância todos os seres humanos que possuem um mínimo de bom senso e que prezam viver de alto-astral.Se você se identificou, leitor, pense nessas características e, se for o caso, mude rapidinho. Ruins para sua própria imagem, essas atitudes são casos claros de má educação. Ao contrário do que os donos dessas línguas imaginam, os outros saem muito pouco atingidos com esses comentários. Se não é o seu caso, mas você se lembrou de algum conhecido enquanto lia o artigo, trate de se afastar de quem não traz nada de bom para você.

Fonte: Exame Você S/A - 30 Lições de Etiquetas - Por Célia Leão

domingo, 9 de setembro de 2007

Aniversariantes do dia




Continua o Desafio com Brinde

Como até agora não houve uma resposta completa, repetimos o desafio com brinde.

A pergunta é o que há de comum nessa sequência de fotos onde a personagem central é Da. Beatriz. Lembro que a resposta deve abranger todas as pessoas que aparecem nas fotos. Está muito fácil !

Mas o vencedor para fazer jus ao prêmio terá de comparecer ao evento do dia 22 de setembro próximo. Essa exigência não se aplicará se o acertador residir em outro estado que não o Ceará.

Responda utilizando o espaço para comentário ao final desta postagem.

















Você sabia ?

1 - Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: "O Killed " (zero mortos )... Daí surgiu a expressão "O.K" para indicar que tudo está bem.

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .".Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".

3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:. Espadas: Rei David ( Israel ). Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia ). Copas: Carlos Magno ( França ) . Ouros: Júlio César ( Roma )

4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?

5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ).Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".

6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu " Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando " Não sou daqui ".

7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D.Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto).Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um " O " no final do nome. O erro permanece até hoje.



Enviado por Arlindo de Almeida Simões, Fortaleza/Ce

O amor é lindo !


Ana Maria e Aldemir Filho não escondem a alegria de estarem juntos participando de mais um evento da AFA. Essa foto foi tirada no REENCONTRO no final de fevereiro.

Certamente, essa cena será revivida no próximo dia 22 quando mais um esperado evento acontecerá, desta vez no Sítio Laidinha, no Lago Catu, gentilmente cedido por Lúcia Helena.

O Anjo de cada um




Prezados amigos,



Após a rápida digressão com o lançamento do “Eclipse de Deus” e o texto filosófico de Martin Buber, retornamos hoje ao seqüenciamento normal, apresentando mais um tema do monge Anselm Grün. Desta vez elevando nossas preces ao Deus de Abraão para que neste terceiro milênio o Anjo protetor do Brasil conduza nossa pátria por melhores caminhos.
A todos vocês grande abraço e os votos de um feliz feriadão.



Carlos Almeida, Campina Grande/Pb

Cada pessoa neste mundo é acompanhada por um Anjo, enviado por Deus, que a protege e assiste em todos os seus caminhos, do nascimento até à morte, e além da morte até o paraíso. Não é isto um dogma de fé na religião cristã, mas a fé no Anjo da Guarda se encontra presente em muitas religiões. A começar pela tradição judaica, de onde foi acolhida pela Igreja cristã primitiva. A própria teologia, até pouco tempo atrás, zombava desta fé, achando que não passava de uma idéia infantil, que nada tinha a ver com a revelação cristã. Hoje é bem maior o número de pessoas que acreditam em um Anjo da Guarda pessoal.

Ao escrever este livro, quis basear-me inteiramente na tradição bíblica. A Bíblia contém muitas histórias de Anjos que vêm em socorro do ser humano e que lhe apontam o caminho. Destas eu escolhi 24, que descrevem como um Anjo se manifesta a uma pessoa desamparada, como Anjos a protegem e abrem-lhe os olhos para o caminho que leva à vida. Podem ser encontrados aí desde o Anjo que ouve o choro da criança (Agar e Ismael, Gênesis 16), passando pelo Anjo que cura uma doença (Rafael, cf. Livro de Tobias) e pelo Anjo que aparece em sonhos (a José, Mateus 1-2), até os Anjos que anunciam a alegria do Natal (Lucas 2). Essas histórias deixam claro que em nenhuma situação os Anjos deixam o ser humano sozinho, que eles o acompanham em todos os seus caminhos e trazem-lhe proteção e segurança, precisamente nos momentos em que o homem se defronta com suas angústias.

Ao falar do Anjo de cada um, deseja-se também partir de um interesse terapêutico. Muitas pessoas contam as experiências por que passaram, mostrando que a idéia do Anjo da Guarda pessoal lhes serviu de ajuda quando crianças. O Anjo que as acompanha era para elas tão real quanto a boneca com que brincavam, ou como o ursinho de pelúcia que as acompanhava na hora de dormir. Há pessoas que, quando falam de si, não sabem ver outra coisa senão as incompreensões e os sofrimentos que experimentaram. Existe quase que uma mania de descobrir sempre novas feridas da primeira infância. Mas em vez de sempre de novo remexer nas faltas de amor, seria melhor que fôssemos atrás dos vestígios dos Anjos em nossa vida.
“Vestígios dos Anjos” são os sinais de salvação e cura que podem ser encontrados em nossa vida. Onde é que, quando criança, eu me sentia bem, podia esquecer-me de mim, entregar-me inteiramente aos meus folguedos? Quais eram meus lugares preferidos? Onde é que eu me sentia no meu elemento? Indo atrás desses vestígios perceberei que não estava entregue às fraquezas e agravos dos pais, mas que já como criança um Anjo me acompanhava. Este Anjo fez com que, apesar das feridas e das más experiências por que passei, eu pudesse sobreviver, permanecer sadio e encontrar o roteiro de minha própria vida.

Trecho: O Anjo que ouve o choro da criança :

A primeira história bíblica em que um Anjo desempenha um papel decisivo é a história de Agar, escrava de Abraão. Você pode ler esta história no Livro do Gênesis, capítulo 16. A situação em que Agar se encontra é uma situação arquetípica. Ela sente-se rejeitada e abandonada por todos. Abraão, de quem estava grávida, a deixa entregue ao arbítrio de Sara. Não tem ninguém que a defenda. Então o Anjo se aproxima. Mesmo que os homens a abandonem, o Anjo vê sua miséria e não a abandona. Experiências como esta sempre de novo são feitas pelas crianças. Sentem-se incompreendidas pelos pais. Os pais ralham, chegam até mesmo a batê-las por causa de coisas sem importância. Pessoas adultas contam como na infância ficavam sem saber o que fazer. Tudo quanto fizessem estava errado. O pai reagia de maneira inteiramente arbitrária. Elas nunca sabiam realmente o que deviam fazer ou dizer. Qualquer coisa podia provocar a ira do pai. Tais crianças sentem-se abandonadas, entregues ao arbítrio.

A reação normal seria deixar de lado os sentimentos e simplesmente deixar-se levar. Mas, graças a Deus, existem ainda outras maneiras de reagir. As crianças procuram seu terreno onde possam esquecer-se de si mesmas, onde se sentem bem, onde estão inteiramente em paz consigo. Tais reações úteis também podem ser consideradas como ação do Anjo que cuida da criança.

Texto de Anselm Grün, Cada Pessoa tem um Anjo.
Tradução e adaptação de Carlos Almeida

sábado, 8 de setembro de 2007

Nanda “no canto”

Nanda ao lado dos pais, Cássio e Patrícia.


Quem vai ganhar um irmãozinho é Maria Fernanda, de Salvador/Ba.

Ao lhe ser perguntado se queria ganhar um irmãozinho ou uma irmãzinha, ela prontamente respondeu.

- Eu quero é uma bicicleta nova. kkkkkkkkk

Terceiro Encontro da AFA de 2.007

Veja como chegar ao Sítio Laidinha, no Lago Catu.

Clique sobre o mapa para ampliá-lo.


Lembramos que o próximo Encontro da AFA será no dia 22/09, sábado, a partir das 11:00 horas, no Sítio Laidinha, Lago Catu, próximo a Aquiraz.
O aprazível local está sendo cedido por uma gentileza toda especial da nossa querida sócia Lúcia Helena.

Vá e leve seus amigos. Você somente precisará levar a carne para ser assada por um churrasqueiro que a AFA contratará. Leve também as bebidas para seu consumo e de seus convidados. Não haverá no local bebidas para vender.

A AFA oferecerá um gostoso “baião de dois”, a sobremesa e os utensílios descartáveis.

Contamos com sua presença e a de seus convidados.

Pedimos confirmar com :

Beni: 3262.4638;
Guto: 3272.0124;
Wilma: 3267.5970; ou
Carmen: 3267.1806.

Iniciativa e Acabativa

Enviado por Beni Alcântara, Fortaleza/Ce


Isto é um teste de personalidade que poderá alterar a sua vida. Portanto, preste muita atenção.

Iniciativa é a capacidade que todos nós temos de criar, iniciar projetos e conceber novas idéias.

Algumas pessoas têm muita iniciativa e outras têm pouca.

Acabativa, é um neologismo que significa a capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que iniciaram ou concluir o que outros começaram. É a capacidade de colocar em prática uma idéia e levá-la até o fim.

Os seres humanos podem ser divididos em três grupos, dependendo do grau de iniciativa e acabativa de cada um: os empreendedores, os iniciativos e os acabativos - sem contar os burocratas.

* Empreendedores são aqueles que têm iniciativa e acabativa. Um seleto grupo que não se contenta em ficar na idéia e vai a campo implantá-la.

* Iniciativos são criativos, têm mil idéias, mas abominam a rotina necessária para colocá-las em prática. São filósofos, cientistas, professores, intelectuais e a maioria dos economistas. São famosas as histórias de economistas que nunca assinaram uma promissória. Acabativa é o ponto fraco desse grupo.

* Acabativos são aqueles que gostam de implantar projetos. Sua atenção vai mais para o detalhe do que para a teoria. Não se preocupam com o imenso tédio da repetição do dia-a-dia e não desanimam com as inúmeras frustrações da implantação. Nesse grupo está a maioria dos executivos, empresários, administradores e engenheiros.

Essa singela classificação explica muitas das contradições do mundo moderno.

Empresários descobrem rapidamente que ficar implantando suas próprias idéias é coisa de empreendedor egoísta. Limita o crescimento. Existem mais pessoas com excelentes idéias do que pessoas capazes de implantá-las. É por isso que empresários ficam ricos e intelectuais, professores - entre os quais me incluo - morrem pobres.

Se Bill Gates tivesse se restringido a implantar suas próprias idéias teria parado no Visual Basic. Ele fez fortuna porque foi hábil em implantar as idéias dos outros - dizem as más línguas que até copiou algumas.

Essa classificação explica porque intelectual normalmente odeia empresário, e vice-versa. Há uma enorme injustiça na medida em que os lucros fluem para quem implantou uma idéia, e não para quem a teve. Uma idéia somente no papel é letra morta, inútil para a sociedade como um todo.

Um dos problemas do Brasil é justamente a eterna predominância, em cargos de ministérios, de professores brilhantes e com iniciativa, mas com pouca ou nenhuma acabativa. Para o Brasil começar a dar certo, precisamos procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar nossas idéias.

Tendemos a encarar o acabativo, o administrador, o executivo, o empresário como sendo parte do problema, quando na realidade eles são parte da solução.Iniciativo almeja ser famoso, acabativo quer ser útil.

Mas a verdade é que a maioria dos intelectuais e iniciativos não tem o estômago para devotar uma vida inteira para fazer dia após dia, digamos bicicletas.

O iniciativo vive mudando, testando, procurando coisas novas, e acaba tendo uma vida muito mais rica, mesmo que seja menos rentável.


sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Feliz Aniversário!


O que é Brasil Caboco ?



O qui é Brasí Caboco?

É um Brasi diferente do Brasí das capitá.
É um Brasi brasilêro, sem mistura de instrangero,
um Brasi nacioná!


É o Brasi qui não veste liforme de gazimira,
camisa de peito duro, com butuadura de ouro...
Brasi caboco só veste, camisa grossa de lista,
carça de brim da "polista" gibão e chapéu de coro!


Brasi caboco num come assentado nos banquete,
misturado cum os home de casaca e anelão...
Brasi caboco só come o bode seco, o feijão,
e as veiz uma panelada, um pirão de carne verde,
nos dias da inleição quando vai servi de iscada prus home de posição.


Brasi caboco num sabe falá ingrês nem francês,
munto meno o português qui os outros fala imprestado...

Brasi caboco num inscreve;
munto má assina o nome pra votar pru mode os home
Sê gunverno e diputado


Mas porém. Brasi caboco, é um Brasi brasileiro,
sem mistura de instrangero
Um Brasi nacioná!


É o Brasi sertanejo dos coco, das imbolada,
dos samba, dos vialejo, zabumba e caracaxá!


É o Brasi das vaquejada, do aboio dos vaquero,
do arranco das boiada nos fechado ou tabulero!
É o Brasi das caboca qui tem os óio feiticero,
qui tem a boca incarnada,
como fruta de cardoro quando ela nasce alejada!


É o Brasi das promessa nas noite de São João!
dos carro de boi cantano pela boca dos cocão.
É o Brasi das caboca qui cum sabença gunverna,
vinte e cinco pá-de-birro cum a munfada entre as perna!


Brasi das briga de galo! do jogo de "sôco-tôco"!
É o Brasi dos caboco amansadô de cavalo!
É o Brasi dos cantadô, desses caboco afamado,
qui nos verso improvisado, sirrindo, cantáro o amô;
cantando choraro as mágua: Brasi de Pelino Guedes,
de Inácio da Catingueira, de Umbelino do Texera e Romano de Mãe-d’água!


É o Brasi das caboca, qui de noite se dibruça,
machucando o peito virge no batente das jinela...
Vendo, os caboco pachola qui geme,
chora e soluça nas cordas de uma viola,
ruendo paxão pru ela!


É esse o Brasi caboco. Um Brasi bem brasilero, sem mistura de instrangêro
Um Brasía nacioná!
Brasi, qui foi, eu tô certo argum dia discuberto,
pru Pêdo Arves Cabrá.


poeta Zé da Luz

AFA KIDS




Hoje inteiramente dedicado às Loiras




1. Como um neurônio de uma loira morre? R: Sozinho.

2. Como você faz para fazer uma loira casar com você? R: Diga a ela que ela está grávida.



3. O que ela vai te perguntar? R: "Você tem certeza que é meu?"



4. Quais são duas coisas no ar que podem fazer uma loira engravidar? R: Os pés dela !



5. Como uma loira mata um peixe? R: Ela o afoga.



6. Como você diverte uma loira por horas? R: Escreva 'Vire, por favor' nos dois lados de uma folha de papel e de a ela.



7. Como você confunde uma loira? R: Você não faz isso ! Elas já nasceram desse jeito.



8. Por que loiras não trabalham em elevadores? R: Elas não sabem o caminho direito.

9. Qual a diferença entre a loira e um armário pequeno? R: Apenas um homem pode entrar no armário ao mesmo tempo.



10. Qual a diferença entre a loira e um telefone? R: Você precisa de uma ficha para usar o telefone.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A loira e a garrafa térmica


A loirinha fez aniversário e ganhou de uma amiga uma garrafa térmica de presente.


Deslumbrada com aquele instrumento, ela diz:- Amoooooor, olha só o que eu ganhei de presente!


Só tem uma coisinha... Não sei pra que serve isso, você sabe?


O namorado, paciente, explica:- Amoreco, a garrafa térmica mantém quente o que é quente e mantém frio o que é frio.


A loira retruca, com toda a naturalidade que lhe é peculiar:- Ué... Mas ela não se confunde nunca?

Eclipse de Deus

Prezados amigos:

Interrompo hoje, momentaneamente, a série de mensagens das últimas semanas, por causa do lançamento de um novo livro. Num momento como esse, o autor do livro se sente como se lhe tivesse nascido mais um filho. Para o tradutor a experiência não chega a tanto, mas talvez se possa dizer que seria como se ele ganhasse um afilhado. Pois meu último “afilhado” acaba de vir ao mundo: A Verus Editora (Campinas, SP) acaba de lançar:

Martin Buber, Eclipse de Deus
Considerações sobre a relação entre religião e filosofia
Tradução de Carlos Almeida Pereira
(153 pág., R$ 34,90)

“Eclipse de Deus” se ocupa sobretudo com os aspectos filosóficos, éticos e religiosos da relação com o Absoluto. “Vivemos atualmente”, diz Buber, “o tempo do eclipse de Deus”. Durante um eclipse do sol, o sol parece haver deixado de existir, parece ter-se apagado; mas ele apenas está encoberto. Também o eclipsar-se da luz de Deus não é um apagar-se, um extinguir-se. Amanhã, o que se interpôs entre ele e a cultura atual já poderá ter desaparecido.

O autor, Martin Buber (1878-1965), é proveniente de uma família judaica de Viena, Áustria. Ensinou filosofia e religião na Universidade de Frankfurt, Alemanha. Um de seus trabalhos mais importantes foi traduzir o Antigo Testamento para o alemão. Em 1938 Buber fugiu da Alemanha de Hitler e emigrou para Israel. Um de seus grandes empenhos foi promover o entendimento entre israelenses e árabes, como também entre judeus e cristãos.
Trecho (pág. 47-48):

O amor a Deus e a idéia de Deus

Naquelas poucas linhas rapidamente esboçadas e que nos atin­gem como gritos da alma, escritas por Pascal em 1654, após duas horas de êxtase, e que até a morte ele levou costuradas no forro de seu colete, diz-se, logo após o título, "Fogo": "Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó, não dos filósofos e dos sábios".

Esta foi a mudança de opinião que se realizou nele: não a conversão de alguém para quem Deus não existe em alguém para quem Deus existe, mas sim a conversão do Deus dos filósofos para o Deus de Abraão. Invadido pela fé, ele não sabe mais o que fazer com o Deus dos filósofos, isto é, com um Deus que ocupa um lugar determina­do em um sistema de pensamento. O Deus de Abraão, o Deus em quem Abraão crê, o Deus que Abraão ama - "toda a religião dos judeus", diz Pascal," consistiu unicamente no amor de Deus" - justamente por ser Deus não pode caber dentro de um pen­samento; ele simplesmente transcende, por completo, qualquer pensamento.

O que os filósofos chamam de Deus é necessaria­mente uma idéia; mas Deus, o "Deus de Abraão", não é idéia nenhuma - nele todas as idéias se anulam. Mesmo quando penso em um ser no qual as idéias se anulam filosoficamente, isto é, se anulam como idéias, não estou mais pensando no Deus de Abraão, não estou mais me referindo ao Deus de Abraão.

A "con­cupiscência específica" dos filósofos, como sugere Pascal, é o or­gulho: em lugar de Deus, eles oferecem aos companheiros seu sistema. "Como? Conhecestes a Deus e não quisestes que os ho­mens o amassem pessoalmente, mas que ficassem limitados em vós!" Justamente por colocarem no lugar dele a imagem das ima­gens, a idéia, ele se afasta, e nos distanciamos dele mais ainda. Não existe outra possibilidade, temos de escolher.

Pascal fez a esco­lha naquelas horas que fizeram tudo desmoronar, quando se cum­priu nele o que ele parece haver suplicado um pouco antes em sua oração de enfermo: encontrar-se, como no momento da mor­te, "separado do mundo, desnudado de todas as coisas, sozinho em sua presença, para responder à sua justiça com todos os mo­vimentos de seu coração".

Pascal, na verdade, não era um filósofo, era um matemático, e para um matemático é muito mais fácil do que para um filó­sofo distanciar-se do Deus dos filósofos. Mas se o filósofo, para realizar verdadeiramente essa mudança, tivesse, de alguma forma conceitual, que renunciar a incluir Deus em seu sistema, em lugar de conter Deus em seu sistema como um objeto entre outros, mesmo que o mais elevado, então sua filosofia como um todo e em todas as suas partes haveria de apontar para ele, sem no en­tanto tratar dele próprio. Porém isso significa que o filósofo te­ria de reconhecer e confessar que sua idéia do Absoluto é anu­lada no exato ponto em que o Absoluto vive; que ela é anulada lá onde se ama o Absoluto, porque aí o Absoluto já não é "o Ab­soluto", sobre o qual se pode filosofar, mas é Deus.

Carlos Almeida, Campina Grande/Pb

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Feliz Aniversário!


Lançamento de Livro



Palíndromo

Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos - normalmente, da esquerda para a direita ou ao contrário, da direita para a esquerda.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido SOCORRAM-ME, SUBI NO ÓNIBUS EM MARROCOS.

Vejam alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões :

ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

Enviado por Carlos Almeida, Campina Grande/Pb, que recebeu de Antônio Carlos Martins Mello, um amigo, juiz federal aposentado.

À mesa com PRAZER


Já reparou que existem pessoas que conseguem cortar seu barato durante uma refeição? A comida pode estar ótima, mas, se a companhia for desagradável, é grande a possibilidade de você sair do restaurante insatisfeito. Aqui está uma lista de perfis comuns que são perfeitamente capazes de causar uma indigestão. E, se você encontrar qualquer semelhança entre as descrições abaixo e traços de sua personalidade, trate de mudar de atitude. Ou corre o risco de ver minguar seus convites para o almoço.


O ENCRENCA
Não importa onde ele está. Sempre vai achar um jeito de reclamar de alguma coisa e se indispor com um garçom ou com quem quer que esteja por perto. Na verdade, é infeliz consigo mesmo e quer descontar em quem pode menos. E você, que está junto, acaba se contaminando com o mau humor.
O SÔFREGO
Ele senta-se à mesa imaginando estar correndo uma maratona. Não conversa, responde por monossílabos. O importante, para o sôfrego, é mesmo a comida.


O APROVEITADOR
Sabe aquela pessoa que reclama que o drinque está fraco, mas, antes que o garçom coloque mais bebida, bebe tudo o que está no copo para pagar por um só e beber dois? Já pensou em alguém assim administrando sua empresa? Ou sua conta corrente em um banco? O aproveitador adora receber convites, mas jamais os retribui. Quando é convidado, trata de optar pelo prato mais caro e, na hora do acerto da despesa, quase nunca divide a conta.


O ENTOJADO
Este aqui detesta aquele tempero que é base de quase todo o tipo de comida e começa o enorme interrogatório para saber qual prato do cardápio não tem a especiaria. E os pobres acompanhantes ficam esperando a difícil decisão para fazer seus pedidos.


O TELEFONE MANÍACO-COMPULSIVO
Não importa há quanto tempo você não o vê, nem quão importante é o cliente com quem ele partilha a refeição. Este tipo não desliga o celular jamais e, a todo momento, baixa seus talheres para atender às inúmeras ligações que recebe. Me pergunto por que, então, ele não almoça na companhia de suas ligações telefônicas e nos deixa em paz para desfrutar da companhia de quem está ao lado, não é mesmo?


O FUNESTO
As notícias são sempre as ruins, a conversa é sempre pesada e este tipo também traz, atualizadas, as calorias de cada garfada que você leva à boca. Por causa de um funesto assim, nunca mais consegui comer uma deliciosa iguaria baiana sem ter uma ponta de dor na consciência. Graças a ele, sei agora que o pitéu tem nada mais que 1.000 calorias!!!


MEU CONSELHO
Assuma a atitude mais elegante e garanta uma conversa agradável à mesa. Vai ver como choverão convites. Afinal, a vida é ação e reação. Temos de cumprir nossa parcela.


Fonte: Exame Você S/A - 30 Lições de Etiquetas - Por Célia Leão

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Afinal o que é envelhecimento ?














O Brasil não é mais um país de jovens.

É um país com muitos jovens, mas que envelhece rapidamente.

Isso deve ser entendido como uma conquista.

O alarmante é verificar que o equacionamento correto do fenômeno ainda está longe de ser colocado como uma das prioridades dos governantes.

O Brasil será, em 2025, a sexta nação do mundo com mais pessoas acima de 70 anos - cerca de 33 milhões.

O contingente que mais crescerá é o dos cidadãos acima de 80 anos.

A expectativa de vida, de cerca de 72 anos (2006), aumentará gradativamente nas próximas décadas, determinando que o perfil das causas de morte e doenças invalidantes seja definitivamente relacionado com doenças crônico-degenerativas: hipertensão, diabetes, infarto, derrames, doença de Alzheimer, câncer, osteoporose etc.

O envelhecimento é uma fase natural da vida, determinada basicamente por três fatores:

GENÉTICA
O patrimônio genético é, pelo menos até agora, imutável.
Pessoas de famílias longevas são candidatas a viver mais.

ESTILO DE VIDA
O estilo de vida deve ser alicerçado em hábitos saudáveis: atividade física regular e orientada, alimentar-se sem exageros, manter o peso ideal, ingerir álcool com moderação, não fumar e fazer controles médicos periódicos, mesmo na ausência de sintomas.

AMBIENTE
O ambiente contribui com várias facilidades:
Ausência de poluentes, infra-estrutura sanitária adequada, possibilidades de acesso ao mercado (com aumento da renda), fazer consultas médicas, participar de eventos socioculturais e sentir-se produtivo até o fim da vida, dedicando-se a um ideal.
A ciência comprova que, se essas medidas forem adotadas, envelheceremos melhor.


Fonte : Site Envelhecer com saúde

Dicas de Português


Por Paulo Ramos
Paulo Ramos é jornalista, professor e consultor de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL.

Alertar algo.
A recente turbulência no mercado gerou várias matérias sobre o assunto.
Trecho de uma delas:- Além do preço atrativo, analistas alertam de que o sucesso de uma empresa na Bolsa depende do potencial de crescimento no setor em que atua.
O mais comum é usar o verbo "alertar" sem a preposição. Uma pessoa alertaria, por exemplo, que (e não "de que") há um problema.
Logo:- Além do preço atrativo, analistas alertam que o sucesso de uma empresa na Bolsa depende do potencial de crescimento no setor em que atua.
A única maneira de usar a preposição "de" em "alertar" é se o verbo precisar de dois complementos.Nessa situação, prevista em dicionários de regência, um dos complementos viria com as preposições "de" ou "sobre".
Um possível exemplo:- Analistas alertam o mercado sobre (ou de) uma potencial turbulência nos próximos dias.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A Arte de Trabalhar com Alegria

Leiam o texto abaixo . Reflitam sobre o tema. O que vocês vão decidir?

» A Arte de Trabalhar com Alegria por Débora Martins

Certa vez, um gari foi entrevistado por uma repórter da TV. Em pauta estava um grande diferencial, a alegria com que o rapaz executava seu trabalho. Durante a reportagem o rapaz foi tratado como um alienígena. Era como se a repórter, inclusive com ar de deboche, não acreditasse que seria possível algo tão inusitado. O discurso implícito era algo mais ou menos assim - Você é um infeliz! Como pode sorrir com um emprego deste? Ela não disse isto mas sua intenção ficou muito clara. O gari era tão alto-astral que percebendo a perplexidade da moça brincou de ser estrela e começou a entrevistá-la. Conclusão. A moça estudada aprende com o pobre gari que: “não importa o cargo que se ocupa, você pode trabalhar com alegria”.
A mídia prega o tempo todo que trabalho é algo ruim. O comercial de carros mostra pessoas nos escritórios sofrendo, deprimidas, descabeladas sempre à espera da tão sonhada hora da saída, 17h59.
Acontece a mesma coisa com os cosméticos (você precisa de uma pele firme para agüentar o dia-a-dia). O café da manhã deve ser forte (afinal seu dia será um inferno mesmo). Sopinhas para trocar pelo almoço (quem disse que você sairá para almoçar?), e por aí afora. É claro que você também já se lembrou de outros comerciais assim.
Tal convenção coloca como gratificante apenas estar sentado atrás de uma grande mesa de vidro, tendo tudo e todos à sua disposição. Será que só assim é possível trabalhar com alegria?
A primeira grande verdade que temos que aprender é que, durante nossa vida, seremos de alguma forma contrariados. Por mais doloroso que possa parecer, outra grande verdade é que somente por meio do nosso trabalho conquistamos a independência financeira e, conseqüentemente, nos tornamos donos do próprio nariz. Desde que me conheço por gente sempre foi assim. Num dia estamos felizes, noutro nem tanto. Às vezes reconhecidos, às vezes invisíveis aos olhos alheios. Portanto, partindo da idéia de que temos que aceitar contrariedades e trabalhar para conquistar o nosso espaço e, assim, viver em harmonia com a sociedade, só nos resta trabalhar com alegria.
Segundo os monges tibetanos, quanto aprendemos a dominar nossos sentimentos permanecemos em verdadeiro estado de espírito, ou seja, não importa o que tivermos que fazer, sentiremos prazer em realizá-lo. A arte de trabalhar com alegria está em dominar o mau humor, criando as condições necessárias para surgir daí os pensamentos criativos, capazes de tornar qualquer situação desagradável em nova oportunidade de crescimento.
Decida hoje mesmo como você pretende trabalhar.
Com alegria ou sem alegria?

Por trás da fumaça


Consumo de cigarros entre jovens é alto e começa cedo; as meninas já experimentam tanto ou mais que os meninos
TARSO ARAUJO FOLHA DE SÃO PAULO


"Conheço os males do cigarro. Mas, hoje em dia, o que não faz algum mal para a saúde? Não é possível que eu tenha que me privar de tudo para poder chegar aos 80 anos. Prefiro morrer com 50 e ter aproveitado muito bem a vida", diz a estudante carioca Thais Vieira Griffo, 17. Ela fuma regularmente desde os 15 e colocou o primeiro cigarro na boca aos 12. E não está sozinha.

O depoimento dela reflete a maneira de pensar de muitos jovens que vão contra a corrente da geração saúde e que entraram na cortina de fumaça antes de completar a maioridade.É o que comprova um dos estudos mais amplos já feitos no Brasil, cujos dados começam a ser divulgados nesta quarta. Realizada pela equipe da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de SP, a pesquisa mostra que 20,8% da população brasileira é dependente de tabaco, e a experiência com o cigarro começa aos 13,5 anos.

Entre os jovens que hoje têm 14 a 17 anos, o percentual de dependência é de 6%. E, nesse grupo, as meninas estão experimentando tanto ou mais que os meninos. "É preocupante porque dois terços deles seguirão fumantes pelo resto da vida e terão doenças decorrentes do cigarro. E as mulheres são mais sensíveis aos problemas causados pelo cigarro", diz a psiquiatra Ana Cecília Marques, uma das autoras do estudo.

domingo, 2 de setembro de 2007

Desafio com Brinde

E continua sem acertador até agora o Desafio com Brinde.

Está fácil demais.

Alguém arrisca mais um palpite ?

Lembro que a resposta tem de envolver todas as fotos publicadas.

Uma frase com poucas palavras será capaz de preencher todas as condições.

Complexos e demônios


Os primeiros monges no deserto experimentaram na própria pele que existem no homem numerosas tendências para o mal e o pecado: gula, tristeza, vaidade... Eles não dispunham dos conhecimentos psicológicos que nós possuímos hoje, mas experimentavam os mesmos problemas que nós. A explicação que encontraram foi atribuir essas más inclinações aos demônios: o demônio da gula, o demônio da ira ... Chegaram, mesmo, a uma classificação dos demônios com base na “doutrina dos oito vícios”, que são: gula, luxúria, cobiça, tristeza, ira, preguiça, vaidade e orgulho. A cada um desses vícios é atribuído um demônio, com determinadas características: uns são mais leves outros mais pesados, uns atacam de dia outros de noite, e assim por diante. Os vícios são, assim, personificados. É como se fosse um interlocutor autônomo, um demônio que tenta a pessoa e que a procura impelir para um instinto, uma emoção ou uma cegueira espiritual.


Sempre que lemos ou ouvimos essas coisas, surge em nós a pergunta: Existem mesmo demônios? Quando se faz esta pergunta, se está pressupondo que nós sabemos exatamente o que são demônios, e que podemos dizer de forma categórica se eles existem ou não. Estamos enxergando na palavra demônio um conceito solidamente estabelecido. Mas de fato é com uma imagem que estamos lidando, com um símbolo para uma realidade que não pode ser apreendida em conceitos puros. A natureza humana não se modificou. Os fenômenos observados pelos antigos monges, e por eles descritos como demônios, precisam ser levados a sério também hoje. Com nossos atuais conceitos psicológicos, nós lhes daríamos outros nomes. Que diz sobre isso a psicologia?


O próprio Carl Gustav Jung, que poderia ser chamado o “papa” da psicologia, também fala de demônios no contexto de sua teoria dos complexos autônomos. Quando transferimos para outra pessoa nossos desejos ou emoções (raiva, ódio, indignação...), nós estamos deixando de ver essa pessoa como ela é na realidade. Estamos nos deixando enganar por nossas próprias projeções. Os antigos monges diriam que estamos sendo “enganados por um demônio”. Sempre que somos alvo das projeções negativas de outra pessoa, nós sentimos quase que fisicamente o ódio do outro, como se fosse um projétil. O efeito do que os outros projetam sobre nós também era entendido como sendo provocado por um demônio.


Para Jung as projeções são causadas por complexos. Que é um complexo? É um conjunto de sentimentos, lembranças e imagens inconscientes, reprimidas e com uma forte carga afetiva: complexo de inferioridade, por exemplo. Consciente ou inconscientemente, o complexo impele o indivíduo a pensar, sentir, e por vezes a agir sempre de uma forma determinada. O complexo adquire certo grau de autonomia. Por esse motivo Jung mostra compreensão para o fato de, com os demônios, os antigos haverem personificado os complexos. Os complexos vêm ao nosso encontro como se fossem pessoas. Por serem inconscientes, conseguem por vezes dominar-nos. Jung chega mesmo a dizer que, com sua idéia de considerar os complexos como seres autônomos, como demônios, os antigos teriam apreendido melhor a situação do que as modernas tentativas de diminuir a importância dos complexos. Quando alguém diz: “Eu tenho um complexo”, na realidade é o complexo que o tem. Os antigos, ao falarem de possessão pelo demônio, descrevem com mais acerto o efeito do complexo.


Que será que, em última análise, descreve melhor os fenômenos: a linguagem puramente científica da psicologia, ou uma linguagem que trabalha com imagens mitológicas, e que por conseguinte não restringe a realidade a algo que pode ser exatamente determinado, mas deixa espaço para o inapreensível? Quem diz que “os demônios nada mais são do que complexos”, não está tornando a realidade mais clara, está pelo contrário encobrindo-a. Dizer que os demônios não passam de idéias, que não são senão inclinações da vontade, reduz a realidade àquilo que pode ser estabelecido, àquilo que nós já conhecemos. E com isto impede-nos de continuar pesquisando o desconhecido. Será que nós conhecemos por completo o mistério do pensamento e das paixões? Será que realmente sabemos o que são as emoções, o que são os complexos? O que importa, então, não é acreditar ou não acreditar nos demônios. É ocupar-nos com os fenômenos que os monges descreveram como demônios, e que hoje como ontem nós não podemos ignorar.


Texto baseado em Anselm Grün, Convivendo com o Mal.
Tradução e adaptação de Carlos Almeida , Campina Grande/Pb

O Juízo Final


O Juízo Final é um afresco do pintor renascentista italiano Michelangelo Buonarroti medindo 13,7 m x 12,2 m, pintado na parede do altar da Capela Sistina. É, na visão do artista, uma representação do Juízo Final inspiradas na narrativa bíblica.

Nesta pintura, Michelangelo, que nascera exatamente no ano em que a capela foi construída, dedicou todo seu engenho e força de 1534 a 1541. Já havia travado um ardoroso combate com Júlio II durante o período de pintura do monumental Teto da Capela Sistina. Uma confrontação de dois espíritos fortes e audazes, sem dúvida.
O trabalho fora encomendado por Clemente VII, mas só com a morte deste teve início, já no pontificado de Paulo III, que ratificou o contrato. O afresco ocupa inteiramente a parede atrás do altar. Para sua execução, duas janelas foram fechadas e algumas pinturas da época de Sisto IV apagadas.

A grandiosidade da personalidade do grande mestre se revela aqui, com toda sua potência, devido sobretudo à concepção e a força de realização da obra.

Aqui, Michelangelo expressa vigorosamente o conceito de Justiça Divina, severa e implacável em relação aos condenados. O Cristo, parte central da composição, é o Juiz dos eleitos que sobem ao Céu por sua direita, enquanto os condenados, abaixo de sua esquerda, esperam Caronte e Minos.
A ressurreição dos mortos e os anjos tocando trombetas completam a composição.



















Michelangelo ("Miguel Ângelo") di Ludovico Buonarroti Simoni (Caprese, 6 de Março de 1475Roma, 18 de Fevereiro de 1564) foi um pintor, escultor, poeta e arquitecto renascentista italiano.
Fonte : Wikipédia

sábado, 1 de setembro de 2007

Uso do Celular um Desafio



Parte III (final)

Ao telefone
- Estima-se que 75% dos negócios são feitos por telefone, um instrumento de comunicação fundamental no mundo corporativo. Seu mau uso significa perda de tempo, de oportunidades e, por tabela, de muito dinheiro. Ao fazer uma ligação, o certo é identificar a si mesmo e a sua empresa. Explique rapidamente o motivo do telefonema e pergunte se é uma hora conveniente para conversarem.

Se a pessoa estiver ocupada, pergunte quando pode ligar de volta. No decorrer da conversa, procure não falar muito devagar nem muito depressa e habitue-se a pronunciar o nome do interlocutor de tempos em tempos - a idéia é estabelecer um relacionamento mais pessoal. Usar uma voz alegre, clara e calorosa - nem alta nem baixa demais - também gera empatia. Mas só isso não basta. É preciso ser rápido e objetivo ao prestar informações.

E nada de deixar as pessoas esperando na linha sem fornecer uma explicação razoável pela demora ou remetê-la de uma seção a outra. Não há nada mais irritante.Aliás, há sim.

Ainda: qualquer ruído estranho é considerado deselegante, pois sugere que sua atenção está em outro lugar. Portanto, não fale ao telefone com cigarro ou comida na boca, não masque chicletes, não rabisque papéis nem digite no computador.

Existem ainda outras regrinhas de ouro relacionada a telefones. Ser breve, não abusar das ligações pessoais e responder às mensagens na secretária eletrônica no prazo máximo de 24 horas são algumas delas.

Outra:
se estiver acontecendo uma reunião em sua sala e o telefone tocar, não atenda, a não ser uma ligação extremamente importante. Desculpe-se pela interrupção.

Pilote bem seu celular
- Não há como contestar. O uso de celular serve para aumentar a produtividade e resolver emergências. Por outro lado, não há nada mais chato do que ouvi-lo tocar em lugares públicos.

Para os usuários, a solução é simples: ao fazer uma visita, participar de almoços e reuniões ou assistir a palestras, desligue o aparelho - ou deixe-o no modo vibra call.

Um mundo melhor com um celular:
"Obrigada", "desculpe" e "por favor" são expressões simples que podem transformar seus amigos em um lugar muito melhor para se viver sem transtornos.

FCº. Alexandre Portela Barbosa: MSc. Ciências da Educação, MBA.Marketing, Bel. Administração - (Teresina-PI).

Desafio com Brinde

Responda dizendo que há de comum nessas fotos.

A resposta terá de ser dada no espaço “Comentários” do Blog. O vencedor ganhará um brinde.

No entanto, para receber o brinde o vencedor terá de comparecer ao próximo evento da AFA a ocorrer no dia 22 de setembro próximo no Sítio Laidinha, Lago Catu. Pessoas residentes em outro estado que não o Ceará estão dispensadas dessa exigência.

Ressalto que poderá haver mais de uma resposta que indique o algo em comum nas fotos, mas somente uma resposta atenderá plenamente essa condição.



















































AFA KIDS


Medo de avião
O avião balançava muito, devido ao mau tempo. A aeromoça tentava acalmar os passageiros. Quando percebeu que um deles estava tão nervoso que começava a ficar roxo, ela perguntou:- É falta de ar, cavalheiro?O passageiro respondeu:- Não. É falta de terra mesmo!

15 anos
A Maria convida o João:- João, quer ir à festa de 15 anos da minha irmã?O João pensa um pouco e diz:- Claro, Maria, mas só vou poder ficar uns 2 anos, tá?

Pão que passeia
Um louco liga para a padaria.- O pãozinho já saiu?- Já sim - responde o padeiro.O louco pergunta:- E que horas ele volta?

No mercado
O dono do mercado estava dormindo. De repente, toca o telefone, às 3h da manhã.- Seu João, que horas abre o mercado?- Poxa, isso é hora de ligar? Eu só abro às 8h.E voltou a dormir. Às 5h, o telefone tocou de novo:- Seu João, não dá para abrir o mercado mais cedo?- Você de novo? Não, não dá. Eu já disse que só abro às 8h!E bateu o telefone. Dali a meia hora, outro toque:- Seu João, abre o mercado mais cedo, por favor...- Mas que saco! Por que você quer tanto isso? O que precisa comprar?- Sabe o que é, Seu João? É que eu estou preso aqui dentro!


O bêbado
Joãozinho estava passeando pela rua, quando de repente um bêbado sentado na calçada fala para ele:- Ei, menino, como se abre essa latinha de refrigerante?- Ah, é fácil. É só torcer a tampinha! -disse Joãozinho.- Ah, entendi. Vai tampinha! Você consegue! Vai, vai! -disse o bêbado.

Na delegacia
Um ladrão conseguiu fugir da sua cela na delegacia. O delegado logo ordenou:- Bloqueiem todas as saídas!Depois de uns 10 minutos, chega um funcionário com a notícia:- Não conseguimos capturar o bandido, delegado. Ele fugiu.- Mas eu não falei para trancar todas as saídas? - perguntou o delegado.- Sim senhor, mas aí ele fugiu pela entrada.

Liquidação
A moça entra em uma loja e pergunta para a dona: - Esta calça está na promoção?E a dona responde:- Não, esta calça é para mocinha mesmo.

Girino
Um homem vai ao médico:- Doutor, eu sinto que sou um sapo.- E desde quando você sente isso?- Ora, doutor, desde que eu deixei de ser um girino.

Má digestão
Um homem vai ao médico reclamando de fortes dores de estômago. O médico pergunta:- O que é que você acha que pode ter causado este problema? O homem responde:- Acho que foi o meu almoço de ontem.O médico pergunta:- O que você comeu? - Ostras.- E de que cor elas estavam quando você as abriu? - perguntou o médico. O homem olhou para o médico assustado, e respondeu:- Era pra abrir?