sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cortar o tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.

Carlos Drummond de Andrade

Enviado por Arnaldo Almeida, Fortaleza/Ce

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

QUINDINS NA PORTARIA

Martha Medeiros

Estava lendo o novo livro do Paulo Hecker Filho, Fidelidades, onde, numa de suas prosas poéticas, ele conta que, antigamente, deixava bilhetes, livros e quindins na portaria do prédio de Mário Quintana: "Para estar ao lado sem pesar com a presença". Há outras histórias e poemas interessantes no livro, mas me detive nesta frase porque não pesar aos outros com nossa presença é um raro estalo de sensibilidade.

Para a maioria das pessoas, isso que chamo de um raro estalo de sensibilidade tem outro nome: frescura.

Afinal, todo mundo gosta de carinho, todo mundo quer ser visitado, ninguém pesa com sua presença num mundo já tão individualista e solitário.
Ah, pesa. Até mesmo uma relação íntima exige certos cuidados.

Eu bato na porta antes de entrar no quarto das minhas filhas e na de meu próprio quarto, se sei que está ocupado.
Eu pergunto para minha mãe se ela está livre antes de prosseguir com uma conversa por telefone.
Eu não faço visitas inesperadas a ninguém, a não ser em caso de urgência, mas até minhas urgências tive a sorte de que fossem delicadas.
Pessoas não ficam sentadas em seus sofás aguardando a chegada do Messias, o que dirá a do vizinho.
Pessoas estão jantando.
Pessoas estão preocupadas.
Pessoas estão com o seu blusão preferido, aquele meio sujo e rasgado, que elas só usam quando ninguém está vendo.
Pessoas estão chorando.
Pessoas estão assistindo a seu programa de tevê favorito.
Pessoas estão se amando.
Avise que está a caminho. Frescura, jura? Então tá, frescura, que seja.
Adoro e-mails justamente porque são sempre bem-vindos, e posso retribuí-los, sabendo que nada interromperei do lado de lá.
Sem falar que encurtam o caminho para a intimidade.
Dizemos pelo computador coisas que, face a face, seriam mais trabalhosas.
Por não ser ao vivo, perde o caráter afetivo?
Nem se discute que o encontro é sagrado.
Mas é possível estar ao lado de quem a gente gosta por outros meios.
Quando leio um livro indicado por uma amiga, fico mais próxima dela.
Quando mando flores, vou junto com o cartão.
Já visitei um pequeno lugarejo só para sentir o impacto que uma pessoa querida havia sentido, anos antes. Também é estar junto.
Sendo assim, bilhetes, e-mails, livros e quindins na portaria não é distância: é só um outro tipo de abraço.

DOZES MANDAMENTOS DA MULHER


1- Mulher não mente, e sim omite os fatos.
2-Mulher não fofoca, mas sim troca informações.
3-Mulher não trai, se vinga.
4-Mulher não fica bêbada,entra em estado de alegria.
5-Mulher nunca xinga, apenas é sincera.
6-Mulher não grita, testa as cordas vocais.
7-Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com freqüência.
8-Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatômicas.
9-Mulher sempre entende o que homem diz, só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio
10-Mulher não sente preguiça, descansa a beleza.
11-Mulher nunca sofre por amor, e sim entra em contradições com os sentimentos.
12-Mulher nunca engana os homens,pratica o que aprendeu com eles...


Fonte:http://shvoong.com

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Histórias" de Homens Casados....

Um homem colocou nos classificados:
- "Procura-se esposa".
No dia seguinte ele recebeu centenas de cartas. Todas diziam a mesma coisa:
- "Pode ficar com a minha".

O filho pergunta para o pai:
"Papai, quanto custa para casar?"
E o pai responde:
"Não sei, filho, ainda estou pagando".

O filho:
- "Pai, é verdade que em algumas partes da África o homem não conhece sua
esposa até casar com ela ?".
O pai:
- "Aqui também é assim, filho".

Enviado por Joseoly Moreira, Fortaleza/Ce

DEUS CAPACITA OS ESCOLHIDOS

Conta certa lenda,
que estavam duas crianças
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada
e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou
e uma delas caiu,
ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso
e se congelando, tirou um dos patins
e começou a golpear o gelo com todas
as suas forças, conseguindo por fim
quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram
e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor,
para lhe dizer que não seria capaz

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PORQUE O JUIZ TEM QUE OUVIR AS DUAS PARTES...RSRSRS

Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:

- O Senhor não disse na hora do acidente 'Estou ótimo'?

E seu Zé responde:

- Bão, vô ti contá o que aconteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula favorita na caminhonete...

- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado.
- Só responda à pergunta: O Senhor não disse na cena do acidente: 'Estou ótimo'?

- Bão, eu coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia...

O advogado interrompe novamente e diz:

- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude. Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta.

Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:

- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.

Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:

- Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a Rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha Caminhonete bem du lado. Eu fui lançado fora do carro prum lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais eu podia ouvir a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi que o estado dela era muito feio. Em seguida o patrulheiro rodoviário chegou. Ele ouviu a mula gritano e zurrano e foi até onde ela tava. Depois de dá uma oiada nela, ele pegou o revorve e atirou 3 vezes bem no meio dos ôio dela. Depois ele travessô a estrada com a arma na mão, oiô para mim e disse:

- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E, como o senhor está se sentindo?

- Aí eu pensei bem e falei: ... Tô ótimo!




Enviado por Arlindo Almeida/Fortaleza

Picos de felicidade estão na infância e na velhice

IARA BIDERMAN
FOLHA DE SÃO PAULO

Você tem entre 40 e 50 anos e está se sentindo no fundo do poço. Você, a torcida do Flamengo, do Corinthians, do Manchester e do Milan. A crise da meia-idade está nas estatísticas.
Isso muita gente já imaginava. Difícil é imaginar que quanto mais os anos forem passando, mais feliz você será. E que isso também está estatisticamente provado.
Os números apareceram quando, no final do século 20, um ramo da economia começou a estudar e a medir quantitativamente a felicidade, a partir de pesquisas populacionais.
Os principais fatores observados foram gênero (mulheres são, em média, mais felizes), personalidade (neurótica ou extrovertida), circunstâncias (relacionamentos afetivos, educação, renda) e idade.
Seria lógico concluir que, no último quesito, a felicidade é uma linha que começa no alto, nos anos dourados da juventude, e entra em queda contínua na medida em que também caem cabelos, vigor físico, estrógeno e testosterona, entres outros.
Mas não foi isso o que as pesquisas mostraram. A relação entre felicidade e idade é uma curva em "U": começa alta, atinge o ponto mais baixo na faixa entre 40 e 50 anos e parte para uma linha ascendente na velhice -agora, chamada de terceira idade.
A geração que passa a ocupar o lugar de terceira idade tem a expectativa de passar muito anos nessa fase da vida. Quem não acreditava em ninguém com mais de 30 anos chegou à faixa que vai dos 46 aos 65.
"Uma característica dessa geração é o caráter de inovação e transgressão. A cada nova etapa da vida (adolescência, vida adulta), essas pessoas mudaram radicalmente o modelo anterior, e isso deve acontecer na fase do envelhecimento", diz a psicóloga Luna Rodrigues Freitas Silva.
Silva fez sua tese de mestrado em medicina social, na Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), sobre a experiência de envelhecer da geração que nasceu entre 1946 e 1964.
"Está sendo criado um novo modelo para a velhice, que tem a ver com a busca de atividades que tragam satisfação", diz ela.
Essa busca reflete outra característica geracional: a ideia de deixar uma marca pessoal. "A terceira idade pode se apresentar como o momento certo para aprofundar as características individuais", acredita a psicóloga.
Tempo, dinheiro e desobrigação de constituir família seriam condições ideias para buscar alternativas de atividades e criar novos laços afetivos, eróticos ou não.

JUVENTUDE
Para Silva, querer preservar a juventude para realizar renovações é positivo, mas a obrigação de permanecer jovem e não aceitar a transformação do tempo é complicada e traz sofrimento.
Talvez o maior desafio dessa geração, marcada por ideais de liberdade, seja o de manter a autonomia para fazer tudo isso.
"O ideal de saúde é mais um entre outros que a gente compartilha. Só que o discurso da prevenção chegou um pouco tarde para quem está beirando os 50. Com a obrigação social de ser saudável, corre-se atrás do prejuízo."

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nanotecnologia


É a capacidade de criar objetos de qualidade superior aos existentes hoje, a partir da organização dos átomos da forma desejada.

Durante uma palestra para a Sociedade Americana de Física em 1959, o físico americano Richard Feynman (1918-1988) apresentou seu projeto para uma nova pesquisa. O estudo era baseado na possibilidade de poder organizar os átomos da maneira que desejarmos. Porém essa idéia era muito avançada para época. Após trinta anos, a idéia de Feynman toma forma na ciência do muito pequeno, a nanotecnologia, denominada dessa forma porque seus objetos de estudo costumam ser medidos em nanômetros. Um nanômetro (nm) equivale a um bilionésimo de metro.

A pergunta de Richard Feynman foi: O que aconteceria se pudéssemos mover os átomos? Obteve uma resposta que foi dada pelos cientistas que os manipulam hoje. Segundo os cientistas, através de uma provável manipulação da movimentação do átomo, seria possível construir supercomputadores que caibam no bolso, colocar microssondas para fazer testes sangüíneos dentro do corpo humano, etc. Tudo isso gira em torno de previsões e suposições, as quais poderão torna-se realidade em aproximadamente uma década.

A nanotecnologia hoje engloba muitas áreas de pesquisa, dos diversos setores da indústria e das áreas estratégicas. O desenvolvimento da nanotecnologia é de extrema importância para o Brasil como para Portugal, levando em consideração que tanto a indústria brasileira como a portuguesa terão de competir internacionalmente com novos produtos, para que suas economias se recuperem e retomem o crescimento econômico. Essa competição se tornará bem sucedida a partir do surgimento de produtos e processos inovadores, que se comparem ou, até mesmo, superem os melhores produtos oferecidos pela indústria internacional.

Um dos grandes problemas que poderá ser gerado pela nanotecnologia é a nanopoluição, gerada por nanomateriais ou durante a confecção desses. Esse tipo de poluição, composta por nanopartículas, pode ser mais perigosa do que a poluição existente no planeta, uma vez que pode flutuar facilmente pelo ar viajando por grandes distâncias. Pelo fato dos nanopoluentes não existirem na natureza, provavelmente as células não terão as armas necessárias para lidar com eles, provocando danos ainda não conhecidos.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Fonte:www.brasilescola.com

Pela luz dos olhos teus


Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará
Pela luz dos olhos teus
Eu acho meu amor que só se pode achar
Que a luz dos olhos meus precisa se casar.

Vinícius de Moraes

domingo, 9 de janeiro de 2011

Medo de Médico

A técnica laboratorial Valéria Ranieri, 49, de São Paulo, desenvolveu o medo de ir ao médico quando ficou grávida

Nervosismo, insônia e sensação de paralisia são sintomas da fobia ; fugir do médico leva a diagnósticos tardios

MARIANA VERSOLATO
FOLHA DE SÃO PAULO

A paulista Vera Rodrigues-Rath, 56, diz se sentir transtornada quando vai a uma consulta médica.
A ansiedade aumenta na noite anterior. Ela tem que tomar remédios para conseguir dormir. Depois, passa por um "suplício inenarrável" na sala de espera.
A pensionista, que mora em Donauwörth, na Alemanha, há dez anos, conta que sua pressão caiu em uma das últimas visitas à ginecologista e que chora no dentista.
Vera até se recusou a fazer uma cirurgia recomendada pela médica. "Eu disse que assumia qualquer risco, mas não me sujeitava à operação. E não fiz. Sofro, mas me sinto melhor longe dos médicos."
Esse tipo de fobia não é comum, segundo Mariangela Gentil Savoia, psicóloga do ambulatório de ansiedade do HC de São Paulo.
"É normal ficar ansioso ou nervoso, mas não a um ponto que impeça a pessoa de ir ao médico. Aí vira transtorno."
Vera conta que o medo começou quando era criança. Ela já foi submetida a oito cirurgias -a primeira foi para corrigir o lábio leporino.
O professor universitário Anselmo Alencar Colares, 63, também desenvolveu seu medo de médicos cedo.
"Meu primo, quando era criança, tomou uma injeção que afetou um nervo. Associei o problema ao médico."
Ele diz que sempre pensa na possibilidade do erro.
"A gente tem que se entregar quando está numa emergência, mas dá medo colocar a sua vida nas mãos de outra pessoa, especialmente quando você não sabe se o médico é bem preparado."
A perda do único filho, morto em 2010 aos 13 anos, de leucemia, contribuiu para que o medo relacionado à área de saúde aumentasse.
Segundo Vladimir Bernik, coordenador de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos motivos que leva alguém a evitar o consultório é o temor de descobrir uma doença grave.
É por isso que muitos só procuram um médico quando os sintomas já apareceram. Bernik afirma que a "fuga" do consultório pode levar a diagnósticos tardios, reduzindo as chances de cura.
Já no caso do medo de dentista, o receio está ligado aos procedimentos de antigamente, de acordo com Rodrigo Bueno de Moraes, cirurgião dentista, da Associação Brasileira de Odontologia.
Tanto que a odontofobia é mais comum entre os adultos de meia-idade.
Hoje há mais recursos para os que chegam tensos ao consultório, como sedação e até cadeiras massageadoras.
Alguns profissionais usam musicoterapia, hipnose e analgesia inalatória, com óxido nitroso e oxigênio, para tranquilizar.
A técnica laboratorial Valéria Ranieri, 49, conta que sente medo de dentista desde que se conhece por gente.
Como só marcava uma consulta em último caso, teve que arrancar dentes e fazer 16 canais.
Quando ficou grávida, desenvolveu o medo de médico. "Era um medo que me congelava. Não ia ao médico nem me cuidava."
Terapia e treinos de relaxamento podem ajudar quem tem a fobia, segundo a psicóloga Mariangela Savoia.
"Se for medo da doença, podemos trabalhar estratégias de enfrentamento."
Ironicamente, Valéria conseguiu um emprego num hospital. A coincidência a ajudou a vencer seu medo.
"No começo, ficava apavorada, mas foi terapêutico."

ESPANTA PACIENTE
Algumas especialidades geram mais tensão. O proctologista Gilberto Saute admite que a sua é uma das temidas.
"A região anal sempre foi um tabu. As pessoas deixam o problema avançar com medo do exame."
Foi para desmistificar o assunto que lançou o livro "Quem (Não) Tem Medo do Proctologista?", com informações sobre testes e diagnósticos, para que as pessoas não fujam do consultório.
Para Paulo Rodrigues, urologista do Hospital 9 de Julho, o medo do câncer também provoca esse temor. "Há familiares que me ligam antes da consulta e pedem para eu não usar a palavra câncer com o paciente."

Homens, médicos e endividados são mais perigosos no trânsito

Ciência do trânsito aponta perfil de quem bate o carro

Segundo análise estatística de milhões de acidentes, homens, médicos e endividados são os mais perigosos

Presença de mulher no banco de passageiros faz homens, como que por mágica, passarem a colidir menos o carro

RICARDO MIOTO
FOLHA DE SÃO PAULO

Os americanos estão recrutando alguns dos seus melhores estatísticos para saber quem é o sujeito que bate o próprio carro.
Se você está devendo dinheiro e é médico, esses especialistas em ciência do trânsito já olharão feio.
Se, além disso, você for um homem que costuma andar sozinho em carros grandes e alugados, meu amigo, os estatístico pedem desculpa, mas precisam dizer: você não tem carteira de motorista, você tem porte de arma.
Esse perfil é resultado da análise de milhões de casos em bancos de dados sobre acidentes de carro -americanos amam tanto estatísticas quanto carros, então era mesmo de se esperar que tivessem muito material disponível sobre o assunto.

VAI DEVAGAR, AMOR!
O preço dos seguros não mente: homens realmente se envolvem em mais acidentes do que mulheres. "Homens parecem particularmente perturbados por dois poderosos compostos: álcool e testosterona", diz o escritor americano Tom Vanderbilt, autor do livro "Por que dirigimos assim?" (Ed. Campus), sobre a ciência do trânsito.
Homens são mais agressivos no trânsito, correm mais. Por isso, um homem tem mais do que o dobro de chance de morrer dirigindo do que uma mulher, ainda que elas se envolvam mais em colisões não fatais -pequenas barbeiragens, digamos.
Os estatísticos descobriram, porém, que um homem dirigindo sozinho tem uma chance maior de se acidentar do que com uma mulher no banco de passageiros.
Ninguém sabe direito o motivo. Uma hipótese é que ele seja mais cuidadoso porque quer protegê-la. A outra, talvez mais provável, é que a mulher incomoda tanto o sujeito com gritos de "cuidado!" que ele se rende -ou para o carro e manda ela descer, em um cenário mais raro.
Esse fenômeno é tão sério que o Exército israelense resolveu treinar soldados do sexo feminino para atuar, nas palavras deles, como "tranquilizadoras" dos soldados homens em deslocamento e evitar mortes -não se sabe se eles ficaram exatamente "tranquilizados", mas o número de mortes caiu.
No que se refere a profissões, médicos, sejam homens ou mulheres, estão no topo do ranking das ocupações que mais se envolvem em acidentes feito por uma seguradora da Califórnia.
Eles só perdem para estudantes -aí mais pela idade. Jovens têm menos experiência e são mais irresponsáveis.
A explicação é que médicos, além de terem uma profissão estressante, com frequência dirigem com certa urgência entre um hospital e outro, talvez ao celular.
Ninguém soube explicar a altíssima quantidade de arquitetos envolvidos em acidentes, em quarto lugar. Depois de muito refletir, os pesquisadores só conseguiram levantar uma hipótese: vai ver eles se distraem olhando prédios e acabam batendo.
Corretores de imóveis talvez batam muito por motivo similar -e eles estão o dia inteiro se deslocando pela cidade, uma hora acontece.
No outro extremo, fazendeiros (que dirigem bastante em lugares sem movimento) raramente batem o carro.
Independentemente da profissão, gente endividada se envolve mais em colisões. "Você não apostaria na possibilidade de motoristas arrojados serem pessoas avessas ao risco que anseiam por rotina e tranquilidade na sua vida normal, não? É um mantra antigo: um homem dirige como vive", diz Vanderbilt.
As pessoas também batem mais carros alugados -elas são, óbvio, mais cuidadosas se o patrimônio for seu. Carros maiores batem mais do que pequenos, pois a sensação de segurança inspira menos responsabilidade.
Números assim fizeram o economista da Universidade de Chicago Sam Peltzman tentar explicar por que avanços de segurança (notoriamente a adoção dos cintos) não se transformaram em menos mortes no trânsito: as pessoas passaram a dirigir mais perigosamente.
"O aumento na segurança nos carros foi "compensado" pelo aumento no índice de mortalidade de pedestres, ciclistas e motociclistas. Economistas têm uma velha piada: o instrumento mais eficaz de segurança nos carros seria um punhal instalado no volante e apontado para o motorista", diz Vanderbilt

RIO 2016 - IMAGENS AEREAS FULL HD - RIO DE JANEIRO AIR VIEW-HELICOPTERO HD-

Começa com a Barra da Tijuca, passa pelo elevado do
Joá, o Cristo Redentor no alto do Corcovado, a enseada
de Botafogo, o aterro do Flamengo, Copacabana, o Pão
de Açúcar e o seu bondinho, os grandes prédios que
surgem são os antigos ministérios de quando o Rio era
a capital do Brasil, o Maracanã com o Maracanãzinho
o estádio de atletismo Célio de Barros e o conjunto
aquático Júlio Delamare, com sua piscina olímpica.
Fechando o tour, temos o novo estádio, construído para
os Jogos Panamericanos, o Engenhão.

NÃO DEIXE DE ABRIR A TELA INTEIRA !




Enviado por Arlindo de Almeida Simões, Fortaleza/Ce

Documento apresentado no Fórum

Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (que também é professor) foi chamado por um dos juízes:
- Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.
Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: "Esselentíssimo Juiz".
Gargalhando, o magistrado lhe perguntou :
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?
- Foi, sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreso:
- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra Excelentíssimo?
Então explicou o catedrático:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes. Se o colega desejava se referir à excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras. O certo então seria dizer: "Esse lentíssimo juiz".
Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de "Excelentíssimo Juiz" sem antes perguntar:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?

Enviado por Joseoly Moreira, Fortaleza/Ce

sábado, 8 de janeiro de 2011

BODAS DE OURO









Joãozinho e Feliz (meus Pais)completaram 50 anos de casados no último dia 5. A comemoração foi na fazenda,em Quixadá, onde foi celebrada uma Missa pelo nosso querido Padre Eudásio, na missa o casal renovou seus votos.
Foi uma celebração simples, porém muito bonita, e lá estiveram presentes vários descendentes de minha Bisavó Petronila Almeida.
A AFA deseja muitas felicidades ao casal!

EXERCÍCIOS PARA CÉREBROS ENFERRUJADOS

Não deixe de ler...

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!




AINDA QUE NÃO POSSA VER , ..... DEUS ESTÁ CONTIG .



Enviado por Arlindo Almeida/Fortaleza

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

FOI AÍ QUE A GUERRA COMEÇOU...

O JUDEU E O ÁRABE


O árabe vai à loja do judeu para comprar sutiãs pretos.

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos e vende por 40 euros cada um.

O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.

Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.

O judeu, encucado, lhe pergunta o que faz com tantos sutiãs pretos.

Diz o árabe:

- Corto o sutiã em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo para os judeus por 100 euros cada.

FOI AÍ QUE A GUERRA COMEÇOU...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

DESPEDIDA DO TREMA

ExTREMAmente criativo!


Autor desconhecido

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema.Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.

Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.

Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões.

Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?

A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá.

Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou - me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar.
Nos vemos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.

Adeus,
Trema.

Enviado por Arlindo Almeida/Fortaleza

Superação: deficiente visual vira comentarista de futebol

Sites de namoro nos EUA focam em pessoas com problemas de saúde

Sherry Nevius, 52 anos e solteira, está buscando um parceiro com todas as características importantes – atencioso, sincero, inteligente, divertido. Ah, outra coisa: deficiente.

Nascida com paralisia cerebral, Nevius usa cadeira de rodas. Ela é independente e se movimenta sozinha, mas prefere um homem que possa andar de cadeira de rodas ao seu lado.

"Assim estaremos no mesmo nível", disse ela.

Nevius saiu com vários homens sem nenhuma deficiência, mas nenhum deles parecia disposto a começar um relacionamento sério.

"Acho que eles tinham um pouco de medo porque não sabiam como me tratar", ela disse. Nevius vive em Normal, Illinois, uma cidade com poucos homens solteiros de sua idade, quanto mais familiarizado e confortável com sua deficiência.

"Já é difícil encontrar alguém com interesses parecidos", disse ela. "Encontrar uma pessoa que não tenha problemas com minha deficiência só torna tudo mais difícil".

Neste outono, Nevius passou a procurar online.

Vários sites de namoro para solteiros com problemas de saúde foram criados nos últimos anos. Nevius se cadastrou no Dating 4 Disabled, um site para pessoas com diversos tipos de deficiência, incluindo paralisia e esclerose múltipla. Outros sites incluem o NoLongerLonely, para adultos com doença mental, e o POZ Personals, para pessoas com HIV positivo.

Esses sites geralmente são pequenos e administrados por uma pessoa ou um grupo pequeno. Todos eles são gratuitos, embora alguns tenham anúncios para cobrir os custos.

Michael T. Maurer, 57 anos, professor de psicologia aplicada da New York University, se deparou com o POZ Personals enquanto fazia uma pesquisa para o seu trabalho e achou o site uma comunidade mais aberta, onde era mais fácil conhecer alguém.

"Como um homossexual de Bucks County, Pensilvânia, achei que seria mais fácil encontrar um namorado em Nova York, mas não foi bem assim", disse Maurer.

Ele contou que a pior parte era a ansiedade de revelar ser portador do HIV. Conhecer uma pessoa numa comunidade online de indivíduos com HIV permite que o relacionamento se forme sem a carga da grande revelação pairando sobre o casal.

"Aqui, todos sabem que você tem HIV", ele disse, "então essa barreira não existe".

Outro site, o Prescription4Love, possui comunidades dedicadas a doenças sexualmente transmissíveis e deficiências físicas, mas também outras doenças que não combinam muito com romance e intimidade, como diabetes e mal de Parkinson. O site foi criado por Ricky Durham, cujo irmão sofria de doença de Crohn – uma doença que literalmente tem uma bagagem.

"Ele era bonito", disse Durham. "Mas quando é o momento certo de dizer a uma garota que você tem uma bolsa de colostomia? O primeiro encontro? O terceiro? Não existe momento certo".

Questões delicadas que vêm com uma doença podem ser discutidas abertamente e de forma honesta num espaço online no qual todos lidam com algo fora do comum.

"Sexualidade, viagens, mobilidade, dor: tudo assume dimensões diferentes", disse Merryl Kaplan, responsável por serviços ao usuário do Dating 4 Disabled.

O anonimato da internet permite que as pessoas sejam diretas e honestas sobre o que estão realmente buscando num companheiro. Entre os quase 1.200 membros do Dating 4 Disabled, por exemplo, muitos especificam os tipos de deficiência com os quais estariam abertos para lidar num relacionamento de longo prazo.

"Assim como todo mundo, as pessoas com deficiência têm preferências diferentes", disse Kaplan. "Alguém com boa mobilidade pode preferir alguém mais móvel; outros não fazem essa limitação".

Quanto a Nevius, o homem dos seus sonhos pode ter paralisia ou ser cego, mas existe uma exigência: ele deve gostar de animais.

"Meu cachorro e eu", ela disse, "somos um pacote".

Tradutor:
Gabriela d'Ávila

Memória também precisa de acompanhamento e atenção em longo prazo

Falhas na memória podem acontecer em qualquer idade. Nos indivíduos mais jovens, esse tipo de problema pode ser indício de diversas condições, como estresse, depressão, distúrbios metabólicos (por exemplo, doenças da tireoide ou quadro de diabetes fora do controle) e também efeitos colaterais de medicamentos. Pessoas idosas veem a memória falhar com mais frequência, mas não necessariamente isso indica o início da demência. O Check-up da Memória, entretanto, serve para que essas dúvidas fiquem mais claras e para determinar, de maneira eficaz, quando os problemas da memória podem ou não ser indício de algo mais sério.
Orestes Forlenza, psiquiatra, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e coordenador do serviço de Check-up da Memória do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, explica que as falhas na consolidação da memória de uma pessoa, independentemente da idade, devem ser observadas de perto.

“Diversas condições de saúde, nos seus estágios iniciais, podem fazer o indivíduo perceber falhas na sua memória. Adultos jovens e até mesmo adolescentes não estão livres desse tipo de falha. Nesses casos é preciso, após fazer uma análise dos dados coletados em uma série de testes que utilizamos para determinar o nível dessas falhas, encaminhá-los para os especialistas, caso seja detectada alguma condição de saúde que esteja interferindo na memória desses indivíduos”, diz o especialista.

A partir dos 60 anos, a memória pode piorar

No caso de pessoas mais velhas (a partir dos 60 anos de idade), essas falhas costumam ser mais comuns. “Isso acontece como decorrência natural do envelhecimento. Com o passar dos anos, o processo de memorização perde velocidade e há uma diminuição da eficiência no registro de detalhes; porém, a memória continua ‘competente’, ou seja, as informações essenciais continuam a ser registradas na memória. Estas informações podem demorar mais a serem fixadas ou mesmo pequenos esquecimentos podem ocorrer. Nesses casos também é importante fazer um check-up para descartar o início de condições como a doença de Alzheimer, que é a principal causa de demência em idosos – o termo ‘demência’ é usado para indicar a perda de memória e de outras capacidades intelectuais que são suficientemente importantes a ponto de comprometer a independência pessoal para as atividades do dia a dia”, explica Forlenza.

O programa de Check-up da Memória, aliás, foi projetado inicialmente para detectar indícios da doença de Alzheimer. Esse tipo de programa é importante porque cria padrões individuais que podem depois servir de histórico de comparação para a variação da qualidade da memória de um indivíduo ao longo do tempo.

“Quando se avalia um indivíduo para saber se há indícios da doença de Alzheimer, na maioria das vezes se utiliza uma curva padrão que é resultado de pesquisas publicadas no mundo todo. Essas pesquisas, obviamente, são um padrão geral. Entretanto, um indivíduo pode ter a doença e não ser diagnosticado corretamente, porque consegue se sair bem nos testes, compensando as falhas de memória com o reforço de outras habilidades. Esta situação é mais comum em pessoas muito instruídas ou muito inteligentes. O inverso também pode ocorrer. Isso vai depender de fatores como o nível de escolaridade, que pode influenciar ou mascarar os resultados finais desses testes”, detalha o psiquiatra.

Análise individualizada

Ao fazer uma análise do desempenho da própria memória, mesmo sem qualquer indício de uma doença, o indivíduo acaba por fornecer dados que ficarão disponíveis em seu histórico médico. Com o passar do tempo, ao refazer os exames disponibilizados pelo programa de Check-up da Memória, esses dados são complementados, definindo-se um padrão evolutivo.

As variações individualizadas desses exames são comparadas então com os resultados de testes anteriores, e não com as curvas padrão de uma população maior. Isso significa, muitas vezes, saber de antemão se há uma alteração repentina na memória e se isso significa que a doença de Alzheimer está se desenvolvendo (ou como alternativa, se o desempenho é normal, próprio do envelhecimento, e não há nada de errado com o indivíduo).

“Como se sabe, não há cura para o Alzheimer. Entretanto, há tratamentos que podem diminuir as perdas cognitivas – entre elas a degradação da memória – e ‘empurrar’ a fase mais grave da doença para frente. Isso quer dizer que o indivíduo vai manter sua independência por mais tempo, o que resulta em mais qualidade de vida para ele e para a família, que vai poder se preparar com calma para essa nova fase da vida. Outra coisa: em medicina, são necessários vários anos para serem contabilizados grandes avanços nos métodos e medicamentos utilizados para tratar uma condição”, diz Forlenza.

Mas para que esses benefícios sejam efetivos, o diagnóstico da doença precisa ser feito o mais rápido possível, antes que a fase de demência se desenvolva.

“O conceito de check-up – ou seja, de programas de testes clínicos unificados que possam diagnosticar precocemente condições de saúde – já está estabelecido em diversas especialidades médicas. O check-up anual do coração ou o ginecológico, citando dois exemplos, já são indicados para pessoas com mais de 60 anos. O adequado é que essa atenção fosse dada à memória também, pois ela é reflexo da saúde do cérebro. E para ter qualidade de vida na velhice é importante que, além dos outros órgãos do corpo, a mente também esteja protegida”, finaliza Forlenza.

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por Enio Rodrigo - Site "O que eu tenho"